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O que Você tem feito para Planejar sua Escalada?

O que Você tem feito para Planejar sua Escalada?

Em tempos de crise, as pessoas tendem a ficar pessimistas e este pessimismo pode contaminar os seus empreendimentos, seja na vida, na carreira ou no negócio que conduzem. Com esta visão que gera desânimo, começam a surgir mitos que envolvem planejamento e ação.

Estes mitos acabam se tornado um poderoso empecilho para avançar. Tommy Nelson, um coach norte americano experiente, aponta alguns mitos. Veja qual deles está comprometendo seus resultados:

Mito 1 – Acreditar que tempo parado, planejando, é tempo perdido.

Realidade – Tem investido em afiar machados fazendo reflexão e planejamento estratégico não é tempo perdido, é tempo de passar para alto desempenho. Muitas pessoas são orientadas para a ação.

Quando realizam tarefas, se sentem produtivos. Quando param para refletir, sentem culpa por não estarmos rendendo. Sem dúvida, temos que realizar tarefas, mas é importante reconhecer nesse caminho que poucas decisões são tomadas sem reflexão e, consequentemente, nossa produtividade é comprometida.

Mito 2 – Planejamento estratégico parece coisa mais complicada ou de especialista.

Realidade – A linguagem, quando técnica, até pode atrapalhar. Planejamento, em si, não é complicado. Precisamos simplificar linguagens e atitudes para o conceito de planejamento não se torne cansativo.

A ideia de planejar é facilitar a vida, eliminar o que não funciona mais e criar espaço para o novo. É preciso admitir que não se quer trabalhar mais em determinado lugar ou ter relacionamentos que só sugam energia e que nada acrescentam.

Esses dilemas, quando acumulados, tendem a se estender quando não se define um plano. Planejar é não precisar se preocupar com o futuro. O conceito é sempre, mas requer um verdadeiro esforço para mudança de hábitos.

Mito 3 – Circunstâncias em constante mutação costumam ser uma justificativa na questão do planejamento: “Como é que vou planejar quando tudo está mudando tão rápido? ”.

Realidade – Mudar ou ajustar planos no meio do caminho não só é inevitável, mas desejável em muitas situações. O segredo é poder identificar quando as mudanças estão acontecendo.

Não há nada errado em mudar de rumo quando estamos conscientes dos fatos e se há bons motivos para mudanças.

O propósito de fazer planejamento nada mais é do que criar um Plano A, para servir como base, na qual podemos realizar ajustes apropriados durante o caminho, de acordo com novos cenários.

Mito 4 – Não se mexe em time que está ganhando!

Realidade – O melhor momento de se realizar um bom planejamento é aquele em que as coisas ainda estão bem, não depois. Apesar da euforia que sentimos às vezes, um fato é certo: não vai durar para sempre!

Tudo muda e, em geral, quando você menos quiser ou sentir-se preparado! Quando as coisas estão indo bem, a justificativa de protelar o processo de planejamento é ainda mais forte.

Como você se vê diante destes mitos? Qual deles já comprometeu seu desempenho no passado? E qual deles, que pode estar impedindo ou atrasando sua caminhada agora?

Caroline Calaça
Advisor de Negócios

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Como Você vem cuidando da sua Marca Pessoal?

Uma marca representa antes de tudo, uma promessa de entrega. Esta promessa comunica aos seus clientes o que eles podem esperar de você. Na realidade, a única diferença entre a marca de uma empresa e a marca pessoal é que no lugar de um produto ou serviço, é uma pessoa que está sendo promovida.

Desenvolvendo a sua marca pessoal como coach assegura que você se posicione com originalidade e que seja a prova de imitações.

A sua marca pessoal deve comunicar sua história, seus talentos, como você se apresenta, seu estilo e especialidade como coach, bem como você é percebido pelos seus clientes. A melhor forma de definir sua marca é apontar os resultados que você entregar.

Uma marca pessoal precisa comunicar alguns aspectos referentes às suas capacidades:

1. Qualidade:

O conceito de qualidade em serviços está muito atrelado àquilo que o cliente espera de você. Mas invariavelmente parra ter uma marca pessoal forte você precisa deixar claro o que você sabe fazer bem e quais são as fontes que alimentam a qualidade do seu serviço.

  • Quem referencia a qualidade daquilo que você faz?
  • O que confere uma qualidade superior aos seus serviços e à sua pessoa?
  • Onde aprendeu para exercer sua atividade?
  • Como aprendeu e com quem?
  • O que torna a sua atuação superior?

2. Distinção/diferenciação:

A distinção comunica aquilo que torna você único ou pode diferenciá-lo de todo o resto. Quando o profissional deixa de definir claramente a sua diferenciação, ele quase sempre começa a competir por preço, o que tende a manter seus honorários em patamares muito baixos.

  • Qual é o seu posicionamento de mercado atualmente?
  • Como você definiria a sua expertise?
  • Que tipo de cliente se beneficiaria dos seus serviços?
  • O que você tem ou faz que agrega um valor para diferenciá-lo de todo o resto

3. Consistência:

Este atributo se refere ao seu conteúdo e propriedade para entregar seus serviços, bem como conferir resultados impactantes para quem lhe contrata.

  • Qual a experiência você tem?
  • Quais os resultados você entrega?
  • Como eles podem ser aferidos?
  • Como eles seriam classificados quando comparados com os outros do mesmo segmentos?

4. Relevância:

O conceito de relevância remente imediatamente a competição e a qualidade da sua oferta. Então é fundamental fazer uma oferta que seja de fato relevante para quem busca seus serviços. Toda oferta irresistível resolve um problema ou preenche uma lacuna que traz consequências indesejadas para quem contrata você.

  • Qual o problema o seu serviço soluciona?
  • Qual a dor ou dificuldade que seu cliente experimenta e que você vai ajuda-lo a superar com sua atuação?
  • Como você comunica esta sua competência para este mercado?

O cuidado com a sua marca pessoal pode alavancar sua carreira e fazer com que você deixe de ser mais um na multidão. E você, como vem cuidando da sua marca para ser bem visto pelo mercado?

Caroline Calaça e Cássia Morato, Executive &Business Coach

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Como criar um Negócio Próspero

Como criar um Negócio Próspero

Muito frequentemente, os coaches “terminam a sua primeira formação” e esperam que o negócio próspero ou os clientes apareçam como um passe de mágica ou começam a fazer uma formação atrás da outra, sem jamais entrar em ação.

Por exemplo, se você aluga um espaço num local estratégico e informar aos seus colegas que você está lá, é provável que você obtenha referências – eventualmente.

Isso é bom se você está disposto a esperar meses ou anos para criar um negócio próspero.

A Harvard Business Review traz algumas dicas para vender com lucratividade.

Mas existem alguns passos que podem garantir a conquista da prosperidade para o seu negócio e que dependem somente de você:

1. Clareza.

Investir seu tempo para criar uma mensagem clara, convincente e memorável.

Envolve ser muito claro sobre os benefícios de seu serviço e encontrar uma maneira de “falar a língua” de seus clientes potenciais. Muitas vezes, os profissionais recorrem a frases como:

“Eu ajudo meus clientes a alcançar seus objetivos.”

Existe alguma coisa particularmente convincente ou memorável sobre esta declaração? Na verdade, não. Em vez disso, como sobre estes:

“Eu ajudo meus clientes alcançar seus objetivos de trabalhar 51% menos e fazer 52% mais.”

Uma declaração como esta fornece mais clareza e dá ao cliente mais informações sobre os benefícios que você pode oferecer. No mínimo, você fornece ao potencial cliente uma maneira memorável de se lembrar de você!

2. Cuidado com o cliente.

Este ponto pode ser eventualmente omitido, mas apenas deve ser mencionado se você tem certeza de que se preocupa e cuidados com seus clientes.

Marketing é mais eficaz (e mais fácil) quando você tem uma paixão pelo seu serviço e sabe que é absolutamente eficaz.

Você realmente quer que as pessoas experimentem seu serviço porque você se importa, por exemplo, que trabalhem menos e ganhem mais, que economizem recursos ou que promovam impacto significativo na estratégia.

Se você não consegue pensar em nada que diferencie este cuidado no seu serviço, recomenda-se concentrar esforços para fazê-lo. Encontrar este aspecto é como encontrar um tesouro!

3. Congruência.

Outro aspecto a considerar no marketing é a congruência. Congruência é a correspondência entre o que você diz e o que você faz.

Esta “correspondência” entre o interior e exterior ajuda os potenciais clientes a compreendê-lo e lembrar de você.

Seus clientes ideais serão atraídos para você se você é congruente entre o que você diz e o que você faz. Construa sua credibilidade cultivando este “jogo” dentro de si mesmo.

4. Competência.

O melhor marketing do mundo não pode salvar um profissional que não é competente e qualificado em sua atividade fim.

Para continuar a ser extremamente qualificado, é fundamental se manter atualizado e investir em uma formação consistente na sua área.

O profissional altamente qualificado tem mais facilidade de atrair e reter clientes de alta qualidade.

5. Carisma.

Carisma é a habilidade de liderar e desenvolver um seguimento devotado. Você pode aumentar seu carisma e deve fazer todos os esforços para fazê-lo.

Esteja ciente de sua linguagem não verbal.

  • Você parece interessado?
  • Você está ouvindo?
  • Você faz boas perguntas?
  • Você cria oportunidades para fazer perguntas ou obter mais informações?

6. Consistência.

A estratégia de marketing mais eficaz é a consistência.

Dia após dia, você deve se comprometer com a consolidação da sua imagem, fortalecimento da sua autoridade e regularidade da comercialização de seus serviços profissionais.

O segredo de um resultado crescente ao longo do tempo é a disciplina para levar a cabo as atividades que garantem as vendas.

Caroline Calaça e Cássia Morato, Executive& Business Coaches

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