Tag: Sucesso

O que os Empreendedores com Resultados acima da Média têm de Diferente?

Muitas pessoas acreditam que o sucesso é fruto do acaso, o que definitivamente não é verdade! Mas por que alguns empreendedores com resultados acima da média são tão diferentes?

1. Têem uma convicção

Têem uma convicção de que podem começar, enfrentar as dificuldades, experimentar, trabalhar com dedicação e aprender ou criar sempre que tiver que superar um obstáculo qualquer.

2. Atitude de vencedor:

Com esse conhecimento, é possível avaliar alguém durante dez minutos e descobrir seu destino como empreendedor de sucesso. Se em algum momento a pessoa lamuriar “bem, não sei isso ou não tenho aquilo”, a probabilidade de fracassar aumenta enormemente.

Neste caso, não se trata do que eles estão dizendo que não sabem ou do que eles estão dizendo que não têm: de modo geral, é o modo como dizem isso. Se parecer fraco, abatido ou desprovido de energia, poderá realmente fracassar! Até mesmo o tom de voz pode dizer muito de como esta pessoa vê o mundo.

3. Complexo de inferioridade:

Afirmam com freqüência “Bem, certamente, ele pode fazer isso, mas eu não posso”. Na realidade, indivíduos bem-sucedidos tiveram de começar exatamente como as outras pessoas. Se você tem uma opinião que diz que esses indivíduos são abençoados por Deus, têm mais sorte ou são mais privilegiados que você, vai se dar mal.

Mas você pode dizer: “Bem, aquela pessoa atingiu isso, então eu também posso. Eu apenas tenho de entender o que ela e outras pessoas têm feito e seguir suas trajetórias.”

Dicas para quem quer caminhar consistentemente para o sucesso:

1. Definir quais são as coisas que você terá de aprender para obter sucesso nessa nova empreitada .

2. Definir quais as coisas que terei de criar de modo a dar o primeiro passo

3. Estabelecer quais as pessoas nas quais posso me espelhar e seguir para encurtar a curva de aprendizado são…

4. Reconhecer e gerenciar quais as desculpas que provavelmente poderei dar para mim mesmo durante o caminho que terei de percorrer

5. Avaliar e monitorar os progressos e as rotinas para ter impacto significativo naquilo que se pretende alcançar

E você o que precisa fazer bem? E o que pode melhorar? Avalie suas possibilidades e dê foco naquilo que pode levá-lo para o próximo nível.

Caroline Calaça e Cássia Morato, Executive & Business Coaches

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O Papel Mobilizador das Emoções na Liderança

O Papel Mobilizador das Emoções na Liderança

Grandes líderes nos movem. Eles inflamam nossa paixão e inspiram o melhor em nós. Quando tentamos explicar por que eles são tão eficazes, falamos de estratégia, visão ou idéias poderosas. Mas a realidade é muito mais primal: Uma grande liderança funciona através das emoções.

Em uma entrevista para o Yvey Business Journal, Daniel Goleman explica o papel das emoções para a capacidade de mobilização do líder.

O seu sucesso depende da forma como o fazem.

Não importa o que os líderes se propuseram a fazer – seja criar estratégia ou mobilizar equipes para a ação – o seu sucesso depende da forma como o fazem. Mesmo que consigam tudo o mais certo, se os líderes falham nesta tarefa primordial de conduzir as emoções na direção certa, nada que eles fazem vai funcionar tão bem como poderia ou deveria.

Enquanto a maioria das pessoas reconhece que o humor de um líder – e como ele ou ela afeta o humor dos outros – desempenha um papel significativo em qualquer organização, as emoções são muitas vezes vistas como algo muito pessoal ou não quantificáveis para falar de forma significativa.

Compreender as emoções

Mas a pesquisa no campo da emoção produziu visões interessantes não apenas como medir o impacto das emoções de um líder, mas também como os melhores líderes encontraram maneiras eficazes de compreender e melhorar a maneira como lidam com as emoções próprias e de outras pessoas.

Compreender o papel poderoso das emoções no local de trabalho define os melhores líderes além do resto – não apenas em resultados tangíveis, como melhores resultados de negócios e retenção de talentos, mas também nos intangíveis mais importantes, como maior moral, motivação e compromisso.

A tarefa emocional do líder é primordial

Essa tarefa emocional do líder é primordial – isto é, primeiro – em dois sentidos: é tanto o original como o mais importante ato de liderança.

Os líderes sempre desempenharam um papel emocional primordial. Sem dúvida, os líderes originais da humanidade – sejam chefes tribais ou xamãs – ganharam seu lugar em grande parte porque sua liderança era emocionalmente atraente.

Ao longo da história e nas culturas em todos os lugares, o líder em qualquer grupo humano foi aquele a quem os outros buscam segurança e clareza quando enfrentam incerteza ou ameaça, ou quando há um trabalho a ser feito. O líder age como guia emocional do grupo.

Organização Moderna

Na organização moderna, essa tarefa emocional primordial – ainda que hoje em grande parte invisível – permanece entre os muitos postos de liderança: conduzir as emoções coletivas em direção positiva e eliminar a nuvem negra, criada pelas emoções tóxicas. Esta tarefa se aplica à liderança em todos os lugares, desde a sala de reuniões até o chão de fábrica.

Caroline Calaça- Executive & Business Coach

 

 

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Hábitos para Focar a sua Energia naquilo que pode fazê-lo Avançar

Hábitos para Focar a sua Energia naquilo que pode fazê-lo Avançar

1. Dar foco naquilo que tem alto impacto no resultado

Victor Hugo dizia: “O futuro tem muitos nomes. Para os fracos, é inalcançável. Para os temerosos, o desconhecido. Para os valentes, é a oportunidade”.

Mantenha seus olhos nas coisas grandes para que possa agarrar as oportunidades quando surgirem. Há gente que consegue porque está olhando, porque está atenta. Porque, quando você se distrai com os detalhes, perde de vista as melhores oportunidades.

Dar atenção ao valioso é como mover-se com uma bússola para saber em que direção ir: olhar e estar atento para capturar o bom.

2. Utilizar os tesouros do passado.

Pense em algo que tenha alcançado, em como se comportou, como falou, como caminhou, o que fez…. Quando estiver em uma situação difícil, recorde um sucesso e torne a incorporá-lo a sua mente.

Utilize o poder das experiências vividas e lembre como agiu para repetir as estratégias vencedoras. Tudo o que buscar, que seja com uma atitude de sucesso.

Quando tiver que falar com alguém importante, lembre-se de quando se dirigiu a alguém importante outras vezes e como se sentiu nessa ocasião. Isso é, torne a recuperar as conquistas de sua história e faça disso um hábito de vida.

3. Auto afirmar-se permanentemente.

Busque observar quais as afirmações faz a si mesmo durante a sua trajetória. Se caminhar afirmando: Tudo vai dar certo, e faça disso um hábito permanente em sua vida, você pode ampliar suas chances de sucesso.

O que acontece é que damos descontos para nossos sucessos: Não foi nada, estudei do mesmo jeito de sempre. Fui bem porque tive sorte. Dizemos: Minhas notas até que não eram ruins…

Em vez de dizer: Minhas notas eram boas, etc. O hábito da autodepreciação existe apenas porque lhe ensinaram a ser assim. Essas travas internas só servem para você se sabotar e se afastar do sucesso.

4. Utilizar tudo para melhorar.

As críticas podem ajudá-lo as descobrir suas áreas vulneráveis. Aproveite todas as oportunidades para crescer. Mesmo quando alguém o criticar, precisa agradecer, porque, se você se ofender, significa que tocaram numa fraqueza sua, e está em tempo de transformas esta fraqueza em força.

Essa crítica está lhe dando oportunidade de mudar. Prossiga com uma autoestima tão alta que, mesmo que seja insultado, não pare para ouvir o que estão dizendo. Faça do crescimento um hábito. Aprenda mais sobre si mesmo.

Quando disser já sei tudo, esse será seu teto. Onde você chegou hoje não é tudo, ainda há mais. O melhor ainda está por vir!

5. Não perca tempo com pessoas difíceis.

Não perca tempo com gente complicada! A primeira coisa que você tem que aprender é a não perder tempo com quem debocha, machuca ou subestima com palavras.

Pessoas que agem assim tem dificuldade de autoaceitação e cultivar embates verbais com este tipo de gente, pode levá-lo a drenar energia interna valiosa para ser aplicada na busca de seu objetivo. Toda disputa leva você a decidir onde quer concentrar a sua energia. O que a maioria se esquece é qual o preço que pago por concentrar sua energia em algo que não deseja para si!

E você, já sabe qual destes hábitos tem contribuído para você desviar seu foco daquilo que interessa? Quais as decisões que se você tomar agora, vão garantir que sua energia está sendo dispendida em atividades que vão levá-lo aonde deseja estar?

Caroline Calaça e Cássia Morato-Executive &Business Coaches

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Como ser um Bom Coach?

Muitas pessoas interessadas em se tornarem coaches tem peguntado o que é necessário para ser coach, o que originou o artigo “O que é preciso para ser Coach?”  Um dos itens listados neste artigo é gostar de aprender sobre si mesmo e sobre os outros: para poder ampliar continuadamente a sua autoconsciência e do seu coachee.

Esta característica nos traz um questionamento relevante que é, mas como desenvolver auto-consciência? Quem nos recomenda os passos para fazer isso bem é ninguém menos que Daniel Goleman.

O primeiro passo:

Ter um desejo de estar ciente de suas emoções e querer desenvolver auto-consciência .

Segundo passo:

Parar- Praticar a atenção plena é uma excelente maneira de desenvolver a autoconsciência.

Reconhecendo que nossas mentes vagueiam cerca de 50% do tempo, “mindfulness” refere-se a esse movimento em que você percebe que sua mente vagou. Com a atenção plena, você monitora tudo o que acontece na mente.

Parece simples, mas é mais desafiador para colocar em prática. A maneira que se pode praticar mindfulness é através de meditação, sentado calmamente, recuando de um cérebro ocupado para se concentrar no momento presente.

Terceiro passo:

Observar- uma vez que você parou, observe e nomeie o que você está sentindo. É útil praticar isso em diferentes momentos do dia, em situações diferentes. Tome alguns momentos para sintonizar a si mesmo.

Nossos hábitos contraproducentes, surgem uma e outra vez. Um sinal chave que estamos em seu controle é as sensações corporais que desencadeiam.

Observe, por exemplo:

  • Você está respirando devagar ou segurando a respiração?
  • O seu pulso se sente lento ou rápido?
  • Você está suando?
  • Seus músculos se sentem tensos?

Quarto passo:

Ouça – Uma das melhores maneiras de tomar consciência de si mesmo é perguntar aos outros como eles percebem você. Esse é o valor das ferramentas de feedback de 360 graus.

Você preenche uma pesquisa sobre seu comportamento e pede a outras pessoas de confiança que preencham a mesma pesquisa. Um bom coach pode ajudá-lo a rever as diferenças entre suas percepções e as experiências dos outros.

A autoconsciência, um dos quatro componentes-chave da inteligência emocional, está subjacente aos outros três. Sem saber o que estamos sentindo, não podemos tomar medidas para controlar essas emoções.

Essa auto-gestão é o segundo componente. Faltando a auto-consciência, não podemos ter a terceira consciência social. Nós não entendemos como nós impactamos outras pessoas e não podemos sintonizar com o que os outros sentem.

Caroline Calaça- Executive & Business Coach

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Como se tornar um Coach de Sucesso

O Coach ajuda as pessoas a lidar de forma construtiva com mudanças em suas vidas pessoais ou profissionais e negócios. Coaches também podem ser contratados para ajudar as pessoas a alcançar um maior nível de realização no trabalho, ou pelas empresas para ajudar os profissionais a atingir metas desafiadoras em suas funções. O que é muito evidente é que o negócio de coaching está crescendo.

É um mercado que está crescendo e prosperando devido, em parte, aos tempos econômicos difíceis e à incerteza e volatilidade do mercado globalizado. Os coaches têm diversas origens profissionais e o incremento de novos profissionais está aumentando a qualidade e ao mesmo tempo, tornando o negócio mais competitivo.

Coaches de sucesso

Mesmo com maior concorrência, há um enorme potencial para os coaches se tornarem extraordinariamente bem sucedidos financeiramente.

Para os coaches criarem uma atuação que seja reconhecida e que possa gerar resultados significativos na carreira escolhida há uma série de estratégias interligadas para se tornar um coach de sucesso que podem ser muito úteis

1. Torne-se um líder de pensamento.

Tornar-se um líder de pensamento é regularmente a maneira mais eficaz de ser reconhecido como uma autoridade em seu campo. Este processo começa quando você toma algumas idéias ou processos e os eleva acima da multidão de concorrentes.

Há, naturalmente, muitas outras áreas de especialização que você pode se concentrar. O ponto é que você precisa para se posicionar como uma autoridade líder para uma especialização particular.

Como um líder de pensamento que você está se comunicando com clientes existentes e potenciais, bem como fontes de referência .

2. Construa uma clientela elitizada

Com todos os vários indivíduos e organizações entrando no negócio de coaching, o que você precisa fazer é posicionar-se como um especialista líder no seu nicho de mercado.

Isso não só irá permitir que você eficazmente e diferenciar sua prática de coaching de seus concorrentes, também irá resultar em novos clientes, reforçando suas relações positivas com os clientes existentes e ser instrumento para ajudá-lo a construir uma clientela elitizada.

3. Aproveite sua prática:

Há um monte de maneiras de conectar sua experiência com clientes, prospects e fontes de referência. Todas elas essencialmente implicam em exposição adequada.

Você pode escrever artigos ou mesmo livros. Você pode palestrar em vários eventos.

O que é essencial é que você esteja se conectando e que você tenha uma mensagem muito bem articulada, intensa de valor, que faça sentido como uma solução para as dores ou problemas do seu público alvo.

Caroline Calaça- Executive & Business Coach

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Como se preparar para assumir Riscos ampliando suas Chances de Sucesso

Os riscos fazem parte da vida e carreira de qualquer pessoa. Mas nem sempre nos preparamos adequadamente para lidar com eles. A maioria das pesquisas mostra que não somos muito bons em calcular riscos com precisão. Amy Morin, neuropsicóloga norte-americana, aponta que muitas de nossas decisões de vida mais importantes têm base na completa irracionalidade:

1. Julgamos incorretamente nosso controle sobre uma determinada situação.

Em geral nos dispomos a correr riscos maiores se pensamos que temos mais controle. A maior parte das pessoas se sente mais confortável no assento do motorista em um carro, mas o fato de estarem nele não significa que podem evitar acidentes.

2. Compensamos de forma desproporcional quando existem garantias.

Acabamos nos comportando de maneira mais imprudente quando achamos que temos redes de proteção e, assim, aumentamos nosso risco.

As pessoas tendem a dirigir mais rápido quando estão com cintos de segurança. Companhias de seguro descobriram que quando aumentam de dispositivos de segurança em carros na verdade tem uma correlação com taxas maiores de acidentes.

3. Não reconhecemos a diferença entre habilidade e acaso.

Os cassinos descobriram que, quando as pessoas jogam dados, costumam rolá-los de modo diferente dependendo no número que precisam ganhar. Quando querem tirar um número alto, jogam os dados com força.

Quando querem um número baixo, jogam-nos com suavidade. É um jogo de sorte, mas as pessoas se comportam como se envolvesse algum tipo de habilidade.

4. Somos influenciados por nossas superstições.

Seja um empresário que usa suas meias da sorte ou alguém que lê o horóscopo antes de sair de casa, as superstições têm um impacto sobre nossa predisposição a assumir riscos.

Em média, 10 mil pessoas a menos voam nas sextas-feiras 13 e gatos pretos têm menor probabilidade de adoção em um abrigo nessa data.

Pesquisadores mostraram que a maioria das pessoas acha que cruzar os dedos aumenta sua sorte, mas isso na verdade não faz nada para mitigar riscos.

5. Nós nos iludimos facilmente quando a recompensa em potencial é grande.

Mesmo quando as chances estão contra, você provavelmente vai superestimar suas chances de sucesso, como na loteria, por exemplo.

6. A familiaridade nos deixa mais confortáveis.

Quanto mais assumimos riscos, mais tendemos a calcular mal quão grande é o risco que estamos realmente correndo. Se você assumir o mesmo risco repetidas vezes, vai deixar de percebê-lo como tal.

Se dirigir rápido para o trabalho todo dia, vai subestimar muito o perigo em que se coloca.

7. Colocamos muita fé na capacidade das pessoas de perceber os riscos de forma precisa.

Emoções podem ser contagiosas. Se você está em uma multidão que não reage ao cheiro de fumaça, é provável que não tenha muita noção do perigo. E, por outro lado, é muita mais provável que reaja se outros começarem a entrar em pânico.

8. Nossa forma de perceber os riscos pode ser influenciada pela mídia.

Se vive assistindo a noticiários que falam sobre doenças raras, você tem uma probabilidade maior de achar que suas chances de contrair uma doença assim são maiores, ainda que todas as notícias mencionem incidentes isolados.

Da mesma forma, matérias sobre desastres naturais ou acontecimentos trágicos podem influenciar você a exagerar o risco de se envolver em uma catástrofe.

Na realidade, se preparar para assumir riscos de forma responsável compreende conhecer profundamente todos os aspectos dos riscos que se pretende assumir e listar todas as habilidades necessárias para ser bem-sucedido neste enfrentamento.

Um exemplo memorável

Estes cuidados podem garantir o sucesso até mesmo nas empreitadas mais difíceis. Um exemplo memorável é do autor de livros Erik Weihenmayer, que relata em As Vantagens da Adversidade como perdeu a visão quando ainda criança.

Depois que superou o choque inicial, decidiu que poderia levar uma vida normal e começou a lutar contra sua maior adversidade: a cegueira.

Em certo momento da vida, começou a ganhar gosto pelo alpinismo, encontrou os parceiros certos para se preparar adequadamente para escalar os montes mais altos do mundo. Erik foi o primeiro cego a escalar e chegar ao pico do Everest e de outros montes mais altos do mundo.

E você, como se prepara para assumir riscos?

Caroline Calaça e Cássia Morato- Executive & Business Coaches

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Como o seu Lócus de Controle afeta suas Chances de Sucesso

Decidir o que está sob seu controle ou não depende em grande parte de seu sistema de crenças. O campo da psicologia se refere a isso como seu lócus de controle. Segundo Morin(2016), Pessoas com um lócus de controle externo acreditam que sua vida depende muito de destino e da sorte. São mais inclinadas a acreditar que “o que tiver que ser será”.

Já as pessoas com um lócus de controle interno acreditam que têm total controle sobre seu futuro. Assumem plena responsabilidade por seus sucessos e fracassos na vida e acreditam que têm a capacidade de controlar tudo, de seu futuro financeiro a sua saúde.

Lócus de controle externo e interno

Seu lócus de controle determina como você enxerga as circunstâncias. Imagine um candidato que vai a uma entrevista de emprego. Ele tem a qualificação, a educação e a experiência que a companhia procura. Mas poucos dias depois da entrevista recebe uma ligação dizendo que não conseguiu o emprego.

Se tiver um lócus de controle externo, vai pensar: “Provavelmente encontraram alguém super qualificado querendo essa posição. De qualquer maneira, não era o trabalho certo para mim mesmo.”

Por outro lado, se tiver um lócus de controle interno, é mais provável que pense: “Eu não devo ter conseguido impressioná-los. Sabia que deveria ter refeito meu currículo. Também tenho que aprimorar minhas habilidades para entrevistas.

Diversos fatores influenciam seu lócus de controle.

Sua criação certamente desempenha um papel. Se você cresceu em uma família em que o trabalho sacrificado era valorizado, pode ter se inclinado mais para um lócus de controle interno, por acreditar que dar duro vale a pena.

Mas se seus pais incutiram em você pensamentos como “seu voto não conta nada neste mundo” ou “não importa o que fizer, o mundo sempre vai colocá-lo para baixo”, pode ter desenvolvido um lócus de controle externo.

Seu lócus é influenciado por suas experiências

Suas experiências na vida também podem influenciar seu lócus de controle. Se você for bem-sucedido quando se esforçar, vai ver que tem muito controle sobre os resultados.

Mas se você acha que, não importa o que fizer, as coisas nunca darão certo, pode começar a sentir que tem menos controle.

Muitas vezes o é realizado como a “melhor” maneira de agir.

Ideias como “você pode fazer qualquer coisa desde que se esforce” têm sido valorizadas em muitas culturas. Na verdade, pessoas com um grande senso de controle se tornam grandes presidentes de empresas por acreditarem em sua capacidade de fazer a diferença.

Médicos também gostam de ter pacientes com forte lócus de controle interno, porque fazem todo o possível para tratar e evitar doenças. Mas há também aspectos negativos potencias em acreditar que você pode controlar tudo.

Dê foco naquilo que você pode controlar

O que mais interessa é ser capaz de dar foco naquilo que você pode controlar. Na verdade, nunca poderemos controlar tudo, mas podemos concentrar nossa energia nas coisas que dependem de nós e que podemos mudar.

Esta postura nos coloca na posição de condutores da nossa própria vida, de pessoas capazes de conquistar aquilo que buscam.

Caroline Calaça e Cássia Morato-Executive & Business Coaches

 

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Como criar um Negócio Próspero

Como criar um Negócio Próspero

Muito frequentemente, os coaches “terminam a sua primeira formação” e esperam que o negócio próspero ou os clientes apareçam como um passe de mágica ou começam a fazer uma formação atrás da outra, sem jamais entrar em ação.

Por exemplo, se você aluga um espaço num local estratégico e informar aos seus colegas que você está lá, é provável que você obtenha referências – eventualmente.

Isso é bom se você está disposto a esperar meses ou anos para criar um negócio próspero.

A Harvard Business Review traz algumas dicas para vender com lucratividade.

Mas existem alguns passos que podem garantir a conquista da prosperidade para o seu negócio e que dependem somente de você:

1. Clareza.

Investir seu tempo para criar uma mensagem clara, convincente e memorável.

Envolve ser muito claro sobre os benefícios de seu serviço e encontrar uma maneira de “falar a língua” de seus clientes potenciais. Muitas vezes, os profissionais recorrem a frases como:

“Eu ajudo meus clientes a alcançar seus objetivos.”

Existe alguma coisa particularmente convincente ou memorável sobre esta declaração? Na verdade, não. Em vez disso, como sobre estes:

“Eu ajudo meus clientes alcançar seus objetivos de trabalhar 51% menos e fazer 52% mais.”

Uma declaração como esta fornece mais clareza e dá ao cliente mais informações sobre os benefícios que você pode oferecer. No mínimo, você fornece ao potencial cliente uma maneira memorável de se lembrar de você!

2. Cuidado com o cliente.

Este ponto pode ser eventualmente omitido, mas apenas deve ser mencionado se você tem certeza de que se preocupa e cuidados com seus clientes.

Marketing é mais eficaz (e mais fácil) quando você tem uma paixão pelo seu serviço e sabe que é absolutamente eficaz.

Você realmente quer que as pessoas experimentem seu serviço porque você se importa, por exemplo, que trabalhem menos e ganhem mais, que economizem recursos ou que promovam impacto significativo na estratégia.

Se você não consegue pensar em nada que diferencie este cuidado no seu serviço, recomenda-se concentrar esforços para fazê-lo. Encontrar este aspecto é como encontrar um tesouro!

3. Congruência.

Outro aspecto a considerar no marketing é a congruência. Congruência é a correspondência entre o que você diz e o que você faz.

Esta “correspondência” entre o interior e exterior ajuda os potenciais clientes a compreendê-lo e lembrar de você.

Seus clientes ideais serão atraídos para você se você é congruente entre o que você diz e o que você faz. Construa sua credibilidade cultivando este “jogo” dentro de si mesmo.

4. Competência.

O melhor marketing do mundo não pode salvar um profissional que não é competente e qualificado em sua atividade fim.

Para continuar a ser extremamente qualificado, é fundamental se manter atualizado e investir em uma formação consistente na sua área.

O profissional altamente qualificado tem mais facilidade de atrair e reter clientes de alta qualidade.

5. Carisma.

Carisma é a habilidade de liderar e desenvolver um seguimento devotado. Você pode aumentar seu carisma e deve fazer todos os esforços para fazê-lo.

Esteja ciente de sua linguagem não verbal.

  • Você parece interessado?
  • Você está ouvindo?
  • Você faz boas perguntas?
  • Você cria oportunidades para fazer perguntas ou obter mais informações?

6. Consistência.

A estratégia de marketing mais eficaz é a consistência.

Dia após dia, você deve se comprometer com a consolidação da sua imagem, fortalecimento da sua autoridade e regularidade da comercialização de seus serviços profissionais.

O segredo de um resultado crescente ao longo do tempo é a disciplina para levar a cabo as atividades que garantem as vendas.

Caroline Calaça e Cássia Morato, Executive& Business Coaches

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Como criar um ambiente propício ao desenvolvimento das pessoas

Todo líder tem como principal tarefa criar espaço para o desenvolvimento humano. Muitos profissionais ocupando cargos de liderança sabem que faz parte das responsabilidades deles, mas poucos sabem como fazer isso na prática. Algumas estratégias podem contribuir para os bons resultados em propiciar um espaço que favoreça o crescimento das pessoas:

1. Fazer que as pessoas se sintam valorizadas:

Dar reconhecimento às pessoas pelo seu trabalho e realizações. Isso requer que você se inteire do trabalho delas, para entender e saber o que elas estão fazendo e o que elas realizaram.

Frases vazias como “obrigado por todos os esforços neste ano” têm pouco impacto, elas são corteses, mas nada mais. O reconhecimento funciona quando é pessoal, isto é, dirigido para indivíduos específicos ou equipe quanto a realizações específicas.

A simples ação de passar tempo ouvindo seu pessoal pode ser imensamente eficaz no sentido de motivar as pessoas. No curto prazo, permite que as pessoas manifestem frustrações e enfrentem problemas subjacentes e a longo prazo, conquista a confiança delas e o seu compromisso.

2. Expor as pessoas a experiências de desenvolvimento:

Criar oportunidades para as pessoas experimentar as próprias habilidades. Essa não é uma tarefa a ser delegada ao departamento de recursos humanos ou a outros indivíduos, por mais que isso seja conveniente.

Os líderes devem tomar a dianteira ajudando os outros a desenvolver suas habilidades. É dessa maneira que os líderes garantem o futuro da empresa e aumentam sua capacidade de prosperar.

3. Dar espaço às pessoas para terem sucesso e crescer:

Os melhores líderes selecionam um grupo de pessoas talentosas, estabelecem uma meta parâmetros amplos e então saem do caminho.

Se você microgerencia, conseguirá resultados em curto prazo à custa da motivação de longo prazo, do senso de responsabilidade e do compromisso de inovar e aprender.

A microgerência apenas faz sentido em tempos de crise ou reviravolta na empresa. Se seu pessoal não estiver aprendendo novas habilidades e conhecimentos, então seu empreendimento como um todo ficará para trás rapidamente.

As pessoas em atividade, normalmente sabem que habilidades precisam aprender, entretanto podem não saber estruturar os recursos para conseguir tais habilidades. Cabe ao líder escutar estas necessidades e assegurar infraestrutura para apoiar o aprendizado da equipe.

4. Desenvolver vários sucessores potenciais:

É uma triste falha de muitos líderes que eles não desenvolvam seus sucessores. No final das contas, isso os deixa com um problema e, quanto mais ele é ignorado, mais grave se torna.

Muitas vezes, os líderes terminam enfrentando graves dificuldades externas e uma ausência de sucessores efetivos quando já deviam ter passado o bastão para líderes promissores.

Esta situação pode inclusive fazer com que ele perca uma eventual promoção por não ter um sucessor preparado para assumir o seu lugar. Vários fatores concorrem para o líder abrir mão de preparar um sucessor:

  • Acreditar que ninguém mais pode ocupar seu lugar
  • A tendência a lançar uma sombra longa – ser tão proeminente que não permite que os sucessores potenciais se desenvolvam
  • O medo de ser deposto por alguém mais jovem, melhor e um líder mais carismático
  • Um desejo sincero de manter a situação porque ainda tem êxito, deixando para cuidar dos sucessores quando chegar o momento certo para uma mudança na liderança

Quando o líder trabalha o seu autodesenvolvimento e o desenvolvimento das pessoas que integram a sua equipe, os resultados são conquistados através do engajamento e da cooperação entre seus liderados. Fugir desta responsabilidade pode atrasar sua caminhada e sua ascensão a níveis hierárquicos mais estratégicos.

Caroline Calaça e Cássia Morato – Executive & Business Coaches

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