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Por que a Síndrome de Gabriela tem Cura?

Por que a Síndrome de Gabriela tem Cura?

Até algum tempo atrás se acreditava que o cérebro não se regenerava. Após estudar a recuperação de vítimas de acidentes com lesão neurológica, a ciência descobriu que o cérebro pode criar caminhos alternativos para compensar a perda de função em uma determinada área lesada.

O que nos possibilita hoje saber mais sobre a fisiologia do cérebro é o desenvolvimento das tecnologias de imagem através de ressonância magnética e afins.

Os Neurônios

Durante muito tempo acreditou-se em dois paradigmas que forma recentemente quebrados:

  1. Que o número de neurônios uma vez tendo chegado à vida adulta era estável, não mudava mais
  2. Afirmava que os neurônios não se multiplicavam. Da década de noventa para cá começaram a surgir evidências de que as coisas não eram bem assim.

Quando alguém por acidente ou por doença perde um membro, seja braço ou perna, é comum ouvirmos relatos de que a pessoa sente dor no membro que não existe mais. Ora, se o membro e sua rede nervosa não estão mais ali, qual seria a origem desta experiência de dor?

Outra situação conhecida ocorre em pacientes sequelados por um acidente vascular cerebral (AVC) popularmente conhecido como derrame, em que há perda funções e apesar disso, surpreendentemente há uma recuperação considerável, em alguns casos até total das funções perdidas. Então, o que tornou possível esta recuperação, se acreditávamos que não havia regeneração nas células nervosas?

A Neuroplasticidade

O fenômeno responsável por estes achados é a neuroplasticidade, a capacidade do cérebro se reorganizar e criar novos caminhos para conduzir os estímulos, quando ele é submetido a novas experiências.

Esta capacidade tão recentemente descoberta representa uma oportunidade para nos transformarmos e abandonarmos de vez a crença de que ninguém muda e que configura a síndrome de Gabriela :

“Eu nasci, assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim, Gabriela”.

Novos Comportamentos

Na prática, o impacto destas descobertas é que passado não é destino e por mais arraigado que seja um hábito podemos mudar de comportamento melhorar nossa qualidade de vida, nossos resultados e ampliar nossas chances de sermos felizes.

Para isso basta mudar a forma como usamos o nosso cérebro: a prática de novos comportamentos conduz à reorganização dos neurônios e nos gera uma esperança real de que todo mundo pode se tornar uma pessoa melhor, todo mundo pode se desenvolver incorporar novos comportamentos e se tornar a pessoa que deseja ser.

Basta dar foco, colocar sua energia em praticar os comportamentos para que a natureza trabalhe a seu favor!

Caroline Calaça & Cássia Morato -Executive & Business Coaches

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Os quatro Pilares de Aprendizado do Cérebro

Os quatro Pilares de Aprendizado do Cérebro

O cérebro é tido pelos cientistas como a estrutura conhecida de maior complexidade no universo. Profissionais que trabalham com educação de adultos que conhecem como é processado o aprendizado no cérebro, podem explorar as possibilidades que este conhecimento descortina.

A neurociência demonstra que as quatro maiores áreas nobres do cérebro (neocórtex) são responsáveis pelos quatro pilares do aprendizado:

1) Reunir dados

Obter informações é essencial para aprender. Esta etapa é tão fundamental que os outros pilares costumam ser negligenciados. Um fato que demonstra isso na prática é como a maioria das escolas é conteudista e tem como principal objetivo testar a capacidade de dominar conteúdos.

Reunir dados através da visão que nos dá um poderoso mapa do mundo ao nosso redor, da audição que nos confere através da linguagem a possibilidade de desenvolver raciocínios e tirar conclusões. O toque nos ajuda a criar um conceito apropriado sobre textura e consistência.

O cheiro e o gosto nos informam de quão atrativos ou repulsivos são os elementos que nos rodeiam. Mas tudo isso nos desperta sensações que afetam nossas emoções e nossa capacidade de entendimento. Tudo isso acontece na área sensória do cérebro.

2) Reflexão

Quando estas informações são processadas no cérebro, elas começam a se combinar para produzir uma imagem com significado. Esta combinação começa a estipular valor dos objetos, experiências e pessoas, fazendo uma qualificação: o que é bom, o que é ruim, o que pode ser ameaçador.

Este pilar somente é ativado no cérebro depois do primeiro e esta hierarquia garante que os dados que provêm do neocórtex sensório sejam processados na região posterior do cérebro. A partir daí ocorrem associações entre experiências passadas e atuais. Quanto mais eventos passados são relembrados, mais poderoso é o significado que a mente confere à experiência atual.

Na prática, isso pode trazer resultados positivos e negativos, pois pessoas que tiveram experiências traumáticas com o aprendizado, como “não consigo aprender” ou “tenho dificuldades com a redação”, mais poderosas são as barreiras ao aprendizado. Por outro lado, tarefas que encorajam as pessoas a usar experiências negativas como uma base para avaliar seus recursos, identificar as oportunidades, podem gerar reflexões que levem a criar novos significados.

3) Criação

Para que significados específicos que provenham da associação entre o primeiro e o segundo pilar e seus respectivos caminhos neuronais, o cérebro ativa a memória de trabalho. Esta é a base para o pensamento consciente e o planejamento. Esta ativação determina a relevância do trabalho.

Por exemplo, se planejamos trocar um pneu, dados sobre carros e rodas são relevantes em detrimento de bicicletas ou cavalos. Esta escolha permite desenvolver soluções diante do problema emergente. Para fazer planos e desenvolver raciocínios abstratos é fundamental combinar imagens e linguagem.

Eles são o resultado de associações intencionais, selecionadas com um propósito especifico. Este é o aspecto mais relevante do aprendizado e envolve intenção, julgamentos, sentimentos decisões para criar procedimentos que configurem uma solução.

4) Testar/Aplicar

Esta é uma fase de atividade que demanda usar a área motora do cérebro. Para testar a teoria é fundamental entrar em ação. Quando a teoria é testada o ciclo de aprendizagem se torna realidade.

A partir de um teste bem sucedido, o indivíduo adquire uma nova habilidade. Conhecimento que não se concretiza em ação permanece inerte e não gera novos recursos para o indivíduo.

Todos nós somos, em alguma situação da vida, facilitadores do desenvolvimento de outra pessoa. Quando vamos delegar uma nova tarefa para um funcionário, por exemplo, se levarmos em conta estes quatro pilares, com certeza, podemos ampliar as nossas chances de cumprimos bem a nossa responsabilidade de preparar o outro para ter o melhor desempenho, a partir de uma abordagem que explora os quatro pilares do aprendizado.

 

Caroline Calaça & Cássia Morato Executive & Business Coach

 

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O que o Coach pode aprender com os Neurônios Espelho

Neurônios Espelho

Sempre interagimos socialmente, nossos cérebros e corpos reagem aos sentimentos daqueles que nos rodeiam. Os nossos circuitos neurais como o sistema de neurônios espelho operam de forma a possibilitar contágio emocional. Esses sistemas funcionam automaticamente, instantaneamente, inconscientemente e fora do nosso controle intencional.

Dr. Daniel Goleman aponta como o estudo da neurociência pode contribuir para o desenvolvimento dos líderes. Quando se trata de espalhar emoções, algumas pessoas têm mais influência para contagiar os outros com seus sentimentos. Quando há diferenças de poder entre as pessoas, a pessoa com mais influente é o “remetente” dos sentimentos. Mas como aplicar estes conhecimentos no coaching?

1. Usar a auto-consciência para gerenciar contágio emocional

Usar ferramentas de feedback de 360 graus, que costumam contribuir para desenvolver a autoconsciência. Desenvolver rotina de prática mindfulness também pode ajudar a aprender a ficar ciente de suas emoções.

Trabalhar com uma ferramenta “Roda da consciência”, criada por Dr. Daniel Siegel pode fortalecer a autoconsciência.

2. Ajudar o líder a gerenciar a si mesmo primeiro

Antes de liderar qualquer outra pessoa, um líder primeiro deve se controlar. Dra. Sigal Barsade, pesquisadora da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, é especializada no estudo do contágio emocional e seu impacto nas organizações.

Ela sugere maneiras para líderes gerenciarem suas emoções e criarem uma cultura emocional positiva em suas equipes. Primeiro em sua lista é estar ciente de seu próprio humor e mudá-lo se não for útil. Uma maneira de fazer isso é mudar a sua expressão facial.

Dra. Barsade defende a hipótese de feedback facial, que afirma que nossas expressões faciais afetam nossas emoções. Sorrir intencionalmente leva a sentir emoções positivas.

3. Fazer uma pausa para recuperar a fisiologia numa situação de raiva

John Gottman é um psicólogo que fez uma extensa pesquisa sobre dinâmica de relacionamento. Seu conselho é levar 20 minutos para se refrescar, afastar-se da situação. Esse é o tempo que leva para o corpo processar o surto supra-renal causado pela amígdala.

Em um cenário como uma reunião da equipe, mesmo um intervalo de 5 ou 10 minutos para tomar algumas respirações profundas e sair da sala ajudaria.

4. Conduzir com empatia

Jean Decety na Universidade de Chicago se refere a três tipos de empatia.

  • A empatia cognitiva permite que você sinta como alguém pensa sobre o mundo. Isso ajuda você a dizer as coisas deforma que elas possam ser ouvidas.
  • Empatia emocional significa que você se conecta com a forma como outra pessoa se sente.
  • Preocupação empática é a capacidade de sentir o que alguém precisa e expressar como você se preocupa com essas necessidades.

A empatia é crucial para todas as formas de relacionamento, especialmente no local de trabalho. Líderes eficazes precisam exercer todas as três formas de empatia na sua rotina diária.

Tania Singer

Tania Singer do Instituto Max Planck, na Alemanha, estuda empatia e compaixão. Singer descobriu que algo chamado de insula é a chave para a empatia emocional. A ínsula, uma área neural importante para a inteligência emocional, detecta sinais de todo o nosso corpo.

Quando nos conectamos empaticamente com alguém, nossos neurônios realmente imitam dentro de nós esse estado de pessoas. Singer e seus colegas descobriram que a empatia pode ser aprendida. O coach pode ajudar seu coachee a desenvolver esta habilidade no processo de coaching.

Caroline Calaça e Cássia Morato- Executive & Business Coaches

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Neurociência: Sua passagem para uma Mudança Permanente

Neurociência: Sua passagem para uma Mudança Permanente

Os neurocientistas estudam como as neuroassociações ocorrem e descobriram que os neurônios estão constantemente enviando mensagens eletroquímicas de um lado para outro, através das pistas neurais, não muito diferente do tráfego numa artéria movimentada.

Tony Robbins nos lembra que cada vez que experimentamos uma quantidade significativa de dor ou prazer, o cérebro procura pela causa e as registra no sistema nervoso, para permitir-nos tomar melhores decisões sobre o que fazer no seu futuro.

Essa neuroassociação é uma realidade biológica – é física.

As neuroassociações são um instrumento de sobrevivência e se acham enraizados no sistema nervoso como conexões físicas, e não como “memórias” intangíveis.

Em qualquer momento em que você experimenta quantidades significativas de dor ou prazer, seu cérebro no mesmo instante procura pela causa. Usa os três critérios seguintes:

  1. O cérebro busca algo que pareça ser singular. Para reduzir as causas prováveis, o cérebro tenta distinguir algo que seja excepcional às circunstâncias. Parece lógico que, se você está tendo sentimentos fora do normal, então deve haver uma causa fora do normal.
  2. O cérebro busca algo que pareça estar ocorrendo simultaneamente. Isto é conhecido nos círculos de psicologia como a Lei da Recenticidade. Não faz sentido que algo que ocorre no momento (ou na proximidade) de intenso prazer ou dor seja a causa provável dessa sensação?
  3. O cérebro busca coerência. Se você sente dor ou prazer, seu cérebro começa no mesmo instante a registrar o que é diferente ao redor, e está acontecendo ao mesmo tempo. Se o elemento que atende a esses dois critérios também parece ocorrer de forma consistente sempre que você sente essa dor ou prazer, pode ter certeza de que o cérebro vai determinar que se trata da causa.

Fonte: Desperte O Gigante Interior- Tony Robbins

Texto preparado por Caroline Calaça e Cássia Morato

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Neurociência Aplicada ao Coaching

Para quem é coach, conhecer neurociência é fundamental. Compilamos dicas excelentes sobre o tema.

PA. Memória de trabalho de curto prazo, registra novidades e novos conhecimentos.

O gânglio basal registra as memórias de comportamentos habituais e aciona córtex pré-frontal.

O Lado esquerdo e o lado direito do Cérebro

O lado esquerdo do cérebro controla as funções do lado direito do corpo e o lado esquerdo elabora a fala. Do lado direito do cérebro está o tom e a melodia da fala. Criatividade depende dos dois lados do cérebro. A principal diferença entre cérebro masculino e feminino é a sexualidade. A atração pelo sexo oposto.

O cérebro masculino é maior, mas isso não afeta nas capacidades e funcionalidades. Todas as outras funções são iguais. Tudo o que fazemos deixa marcas no cérebro e modifica o seu funcionamento.

O cérebro cresce até os 10 a 12 anos. O final da infância não significa o final do desenvolvimento do cérebro. A adolescência é a fase final de desenvolvimento das conexões e formatação do cérebro.

O aprendizado se dá pelas novas conexões cerebrais.

O cérebro nasce com capacidade de aprender todas as línguas. A experiência molda o funcionamento dele.

Adultos podem modificar comportamentos, mas as escolhas e decisões não são racionais. Elas acontecem a partir dos nossos valores . Avaliamos as situações como positivas ou negativas utilizando os valores. O que dirige isso são as motivações que comparam expectativas e realidade e provocam prazer ou dor no corpo.

Quando há prazer, a informação é enviada ao cérebro como feedback de que aquele comportamento deve ser repetido. Em uma outra circunstância, a sensação de prazer será antecipada ao corpo, antes do novo comportamento.

A motivação é a antecipação desse sistema de recompensas provocando do prazer até a euforia no corpo.

O aprendizado é um grande estímulo para o cérebro.

As emoções não são acessórios e sim essenciais. São a expressão que o corpo dá ao conteúdo dos pensamentos, fazendo com que passem pelo corpo para obter o feedback de que algo pode ser bom ou ruim. O medo é um aviso do cérebro que passa pelo corpo.

É importante que o cérebro reconheça as pessoas que nos dão apoio na vida. O cérebro percebe o carinho e reduz o stress, criando resistência contra ele no futuro. A solidão gera alerta no cérebro de que ele precisa se preocupar com os laços e não mais com o cotidiano.

O cérebro tem capacidade de relacionar suas representações emocionais anteriores. As mesmas partes do cérebro que processam as funções como visão e audição são capazes de replicar situações anteriores prevendo os resultados que um comportamento vai gerar, também gera empatia. É possível antecipar emocionalmente como o outro se sentiria, me colocando no lugar dela.

A Imaginação

A imaginação é a capacidade de pensar em algo que não está na nossa frente através da criatividade. Dependem da reativação de experiências armazenadas no cérebro do indivíduo. Algo com que não se tenha experiências sensoriais não pode ser reproduzido novamente.

Quanto mais rica for a experiência de vida e sensorial da pessoa, de mais elementos será possível no futuro dispor para criar. Só conseguimos imaginar algo que experimentamos em alguma ocasião por meio dos sentidos.

O cérebro tem capacidade de se reorganizar e não se regenerar ou construir novos neurônios. A reorganização funcional do cérebro acontece quando existe demanda. Redistribuindo funções. Uso forçado na fisioterapia imobilizando a mão direita e forçando o uso da mão esquerda, obrigada a usar o cérebro de outras maneiras.

Cérebro necessita 500 calorias dia e experiências.

Quem tem TOC (transtorno obsessivo compulsivo) possui um sistema de detecção de erros que entra em atividade intensa. O córtex órbito-frontal envia informações de que existe algo errado constantemente. A pessoa sabe de alguma forma que a mensagem está errada mas o alarme é tão irrefutável que é difícil não tentar resolver a situação e quanto mais ela tenta resolver a situação, mais enraizados ficam os circuitos neurais na gânglio basal.

Pessoas com TOC, ao tentar mudar comportamentos de rotina racionalmente, continuam a enviar mensagens para o cérebro de que algo não está certo. É preciso muita força de vontade para se desvencilhar de tais hábitos.

O Efeito Placebo

O cérebro muda de acordo com a atenção focalizada, já que a atenção produz padrões no cérebro. O efeito placebo comprova a capacidade do cérebro de se ajustar as expectativas criadas. A atenção do paciente no alívio da dor a partir de um medicamento ainda que sem efeito gera reduçao da percepção de dor segundo pesquisa de Robert C. Coghill de 28,4 %.

Dr. Price e Dr. Schwartz estão realizando um trabalho que demonstra o efeito zenão quântico. A expectativa de alívio da dor leva o cérebro a ativar os circuitos cerebrais responsáveis por esta sensação, causando redução na sensação da dor efetivamente. As pessoas vivênciam aquilo que esperam vivenciar.

A pesquisa do Instituto de Neurociência da Northwestern

University sobre os insights detectou explosões repentinas e oscilações de alta freqüência no cérebro segundos antes dos insights. Ocilações propícias a criar conexões em varias partes do cérebro, capazes de enriquecer nossos recursos mentais e superar a resistência do cérebro para a mudança.

Para que o insight seja assimilado é preciso dar a ele atenção constante e especial. Bons líderes precisam aprender a reconhecer, estimular e aprofundar insights de sua equipe.

Para que um insight tenha valor ele precisa ser gerado pelo indivíduo e não apresentado como uma conclusão. Isso comprova a eficiência do coaching.

No momento do insight ocorre uma experiência positiva e energizadora.

Essa corrente de energia é primordial para mudar comportamentos. Ela ajuda a lutar contra forças contrárias internas e externas e combater as respostas da amígdala.

Cada um dos indivíduos tem uma arquitetura cerebral única. O cérebro humano e tão complexo e individual que não faz sentido tentar entender como o outro organiza o seu pensamento. As redes neurais são influenciadas pelos genes, experiências e padrões de atenção.

É muito mais eficiente ajudar o outro a chegar aos seus próprios insights. Adam Smith na teoria dos sentimentos morais diz que transformarmos nos em espectadores do nosso próprios comportamento.

A Neuroplasticidade

A neuroplasticidade auto dirigida é um conceito que diz que quanto maior for a concentração em uma ideia ou experiência mental, mais alta é a densidade de atenção. Os que significa a quantidade de atenção dispensada a uma experiência mental específica durante um tempo específico.

Isso tem o poder de ativar o EQZ e faz com que novos circuitos cerebrais sejam estabilizados e desenvolvidos. Assim, pode tornar os pensamentos e atos pretendidos em parte intrínseca da identidade dos indivíduos, influenciando quem ele é, como ele percebe o mundo e como o cérebro dele funciona.

Estudo em 1997 com 31 gestores do setor público realizado por pesquisadores do Baruch colege Geraldo Olivero, constataram que um único programa de treinamento aumentava produtividade em 28% e com coaching após o treinamento o aumento era de 88% porque as ideias aprendidas passavam a receber atenção posterior e além disso, atenção consciente ao resultado aprimorado.

A memória de trabalho reduzida comprova que vários pequenos instantes de aprendizagem digeridos são mais eficientes que grandes blocos de tempo em workshops. O grande desafio é fazer as pessoas prestarem atenção suficiente as novas ideias.

Martins Seligman estudo com 47 indivíduos em depressão profunda constatou:

1º momento – participantes concentravam atenção em em coisas que comprovadamente aumentavam a felicidade deles exercício as 3 bênçãos. Escreviam 3 coisas que haviam corrido bem naquele dia e não na infelicidade.

2ºmomento – eram formadas comunidades que ajudavam as pessoas a prestar atenção aos exercícios indutores de felicidade. O resultado eram níveis de depressão reduzidos de sintomas graves para leves em 94% dos casos .

O que os líderes e coachs podem fazer é ajudar as pessoas a focar sua atenção em ideias específicas com proximidade e frequência suficiente por um período longo o bastante. Deixar comportamentos problema no passado e concentrar-se em identificar e criar novos comportamentos eficazes. Perguntando e não aconselhando.

Atualmente um dos maiores desafios é ser capaz de focalizar atenção suficiente em uma ideia em um mundo cheio de distrações.

Elogios e palavras de encorajamento ajudam a promover sinopse de preservação e não de eliminação.

O poder está no foco e na atenção que é colocada nele.

A resposta para os desafios de mudança está em desviar o foco das pessoas para soluções e não para o problema, deixá-las chegar às próprias respostas e mantê-las focalizadas em seus insights.

Hoje existe a premissa que conhecimento é poder. Conhecimento transmitido a um receptor passivo. Na verdade, estas pesquisas comprovam que o que funciona é ensinar as pessoas a como aprender.

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É possível se livrar da Autossabotagem?

É possível se livrar da Autossabotagem?

Pesquisas sobre felicidade confirmam que as pessoas costumam regredir para o que os cientistas sociais chamam de nível de “felicidade de referência” pouco tempo depois dos eventos ou das conquistas que aumentam significativamente a felicidade. Isso inclui vencedores de grandes somas na loteria.

Muitos executivos reclamam sobre o mesmo fenômeno relacionado às tentativas de melhorar o desempenho individual ou da equipe por meio de coaching, feedback rigoroso de avaliação de desempenho, resolução de conflitos e intervenção, workshops de desenvolvimento de capacidade e retiros para coesão de equipe.

As pessoas se mostram resistentes a mudanças, mesmo quando parecem achar que querem mudar.

Pense em sua própria vida.

O quanto foram duradouros seus próprios aumentos de felicidade quando você alcançou as coisas que tinha certeza de que o fariam mais feliz? Pense em quantos livros você leu e nos muitos treinamentos dos quais participou na esperança de melhorar seu desempenho no trabalho e sua felicidade.

Que porcentagem dessas melhorias durou? A probabilidade é que sua própria experiência confirme que melhorias individuais costumam durar pouco ou pelo menos se desgastar significativamente.

A pergunta é: por quê?

Autossabotagem

A chave para a resposta, segundo o coach Shirzad Chamine, é a autossabotagem. Para ele, a menos que você detenha e enfraqueça seus próprios inimigos internos, os seus sabotadores, eles farão o melhor que puderem para roubar de que você qualquer melhoria.

Ele afirma categoricamente que ignorar seus sabotadores é como plantar um belo e novo jardim e deixar lesmas vorazes soltas nele.

Nossa mente não gerenciada é nosso pior inimigo, pois ela abriga personagens que ativamente sabotam nossa felicidade e nosso sucesso. Esses Sabotadores podem ser facilmente identificados e enfraquecidos.

Os músculos do cérebro

Os “músculos” do cérebro que nos dão acesso à nossa grande sabedoria e discernimento ficam fracos depois de anos sem serem exercitados. Esses músculos cerebrais podem facilmente ser fortalecidos para nos darem mais acesso à nossa sabedoria mais profunda e poderes mentais inexplorados.

Para fazer com que seu cérebro trabalhe a seu favor, e o seu lado Sábio possa preponderar é fundamental identificar:

  1. Quais são os seus sabotadores internos: aquilo que pode lhe proporcionar prazer imediato, mas que lhe afasta do seu objetivo?
  2. Quais os aspectos sua voz interna assume, para reduzir sua energia ou o seu foco em determinado objetivo? (a vítima, o perfeccionista, o controlador, etc)
  3. O que você tem feito no sentido de alimentar estas conversas internas que o impedem de avançar?
  4. Quais os padrões mentais você precisa quebrar se quiser avançar em direção ao seu objetivo?

Cássia Morato- Executive & Business Coach

 

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Conheça Estratégias para Treinar seu Cérebro

Estratégias para Treinar seu Cérebro

Enfocar os obstáculos, em vez do sucesso, é uma questão de perspectiva. Quando você se encontra diante de uma impossibilidade, lembre-se de mudar as perspectivas para o objetivo a longo prazo. Dr. Srinivasan Pillay, pesquisador de neurociência em Harvard, afirma que não existe obstáculo sem objetivo. Quando se sentir empacado, ele recomenda que considere o fato como um aviso de que você quer estar em outra parte e que sua meta está em outro lugar.

Quando estiver nesta situação, não deixe que o objetivo imenso e imponente aumente seu medo do sucesso. Dê um passo atrás ou olhe para o mapa que confeccionou, de modo a mudar sua perspectiva.

Após olhar seu mapa, você poderá traçar seu percurso de curto prazo.

Lembre-se que você pode treinar seu cérebro a ser flexível. Uma parte do cérebro chamada cortéx orbito frontal é essencial para o que chamamos de flexibilidade cognitiva. É possível treinar esta parte do cérebro para ser mais flexível, mediante exercícios cerebrais. Lembre-se de que seu cérebro é como um músculo pensante.

Se você não o exercitar regularmente, ele se tornará fraco e enrijecido. Transpor obstáculos exige que o cérebro seja flexível, para que ele possa apresentar soluções inovadoras para seus problemas. O cérebro precisa ser exercitado regularmente a fim de se manter flexível, e um dos modos mais eficientes de melhorar sua flexibilidade é usando a imaginação.

A imaginação pode tornar possível o que parece impossível, pois permite que seu cérebro delineie um plano para alcançar suas metas, sob o artifício de que você está apenas imaginando as coisas. Seu cérebro poderá, assim, cooperar com seu meio ambiente de modo a conseguir o que você deseja.

Eis aqui alguns exemplos que poderão ajuda-lo a exercitar o cérebro:

1. Imagine quanto dinheiro você gostaria de estar ganhando.

Pergunte então a si mesmo quanto precisaria ganhar para viver apenas dos juros, caso investisse o montante de modo conservador. Se você disse, primeiramente, que queria ganhar um milhão de dólares por ano, isso significa que você ganharia cerca de 83 mil dólares por mês.

Se esta quantia representasse os juros de sua aplicação (a uma taxa de quatro por cento), você teria de possuir 25 milhões de dólares. Assim, os juros lhe renderiam um milhão de dólares por ano.

Mergulhe nesse tipo de cálculos até que seu cérebro comece a trabalhar com dinheiro de forma confortável. Comece com valores baixos, se quiser mais dinheiro, pois isto poderá ajudá-lo a se sentir menos temeroso

2. Jogue o jogo do “E se?”.

Escreva um objetivo. Então pergunte a si mesmo o que aconteceria se você realmente alcançasse esse objetivo. Como sua vida mudaria? No início, escreva um parágrafo sobre como sua vida seria diferente. Escreva então o mesmo parágrafo, mas com cada frase em uma linha diferente.

Depois, desenhe a aparência que as coisas teriam, o melhor que puder. Em seguida, cante o parágrafo para você mesmo, com a melodia que quiser.

(Através deste exercício aparentemente bobo, você está forçando suas emoções e sua ínsula a se envolverem no projeto; e também estará retirando da equação a inércia que geralmente acompanha as coisas que faz habitualmente.)

Faça isso pelo menos duas vezes por semana, durante seis meses. Você ficará surpreso ao descobrir como estará enxergando seu sucesso.

3. Escreva um objetivo a longo prazo.

Então, escreva o primeiro passo para atingi-lo. A seguir, escreva dez coisas que precisarão ser feitas antes do primeiro passo. Depois, faça essas dez coisas até se deparar com um obstáculo.

Quando isto acontecer, escreva dez coisas que precisarão ser feitas para a remoção deste obstáculo. Desta forma, você estará constantemente mudando de perspectiva e treinando o seu cérebro para trabalhar ao seu favor.

Caroline Calaça, Executive & Business Coach

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