Com a recuperação da economia e o crescimento do número de empreendedores e start ups, cresce a demanda por business coaching, uma oportunidades que os coaches de negócio precisam aproveitar.
1. Melhor foco
É fácil sentir-se sobrecarregado quando você está fazendo malabarismos com tantas coisas diferentes ao mesmo tempo. O coach de negócios ajuda a ver o quadro geral e, em seguida, concentrar-se nas áreas específicas que precisam de atenção imediatamente.
2. Definição clara de metas
Definir metas é uma parte crítica da gestão de um negócio que é muitas vezes esquecido. É necessário ter uma compreensão clara do que se quer alcançar antes de formular um plano. Coaching de negócios ajuda a pensar mais estrategicamente para ver como cada movimento pode colocar o empresário mais perto de seus objetivos.
3. Mais responsabilização
Este é um grande desafio para a maioria dos empresários. Além de ajudá-lo a definir suas metas, um bom coach de negócios ajuda manter o empresário responsável por seguir as coisas que você precisa fazer para atingir esses objetivos.
4. Brainstorming produtivo
Pode ser difícil ver todas as diferentes maneiras de resolver um problema por si mesmo. O coach de negócios funciona como uma ampliador e um provocador criativo que sempre ajuda a desencadear idéias que o empresário nunca teria considerado.
5. Desenvolvimento pessoal
Coaching de negócios é instrumental para além de apenas crescer o negócio. Ele ajuda a desenvolver habilidades que possibilita crescimento como pessoa também.
6. Experiência
Um coach experiente de negócios já viu tudo – o bom, o ruim e o feio. O trabalho permite acessar a sabedoria e a experiência de trabalho com tantos tipos diferentes de empresas e proprietários de negócios de todas as esferas da vida.
7. Maior rentabilidade
O processo pode possibilitar um aumento na rentabilidade e na capacidade de se adaptar rapidamente à dinâmica da constante mudança da economia.
8. Planejamento financeiro mais inteligente
Gerir os números e desenvolver um orçamento planejado para tomar uma decisão inteligente para o negócio.
O jornal The Guardian aponta as diversas situações em que o business coach se aplica e como ele vem crescendo no mercado.
Para quem é coach, conhecer neurociência é fundamental. Compilamos dicas excelentes sobre o tema.
PA. Memória de trabalho de curto prazo, registra novidades e novos conhecimentos.
O gânglio basal registra as memórias de comportamentos habituais e aciona córtex pré-frontal.
O Lado esquerdo e o lado direito do Cérebro
O lado esquerdo do cérebro controla as funções do lado direito do corpo e o lado esquerdo elabora a fala. Do lado direito do cérebro está o tom e a melodia da fala. Criatividade depende dos dois lados do cérebro. A principal diferença entre cérebro masculino e feminino é a sexualidade. A atração pelo sexo oposto.
O cérebro masculino é maior, mas isso não afeta nas capacidades e funcionalidades. Todas as outras funções são iguais. Tudo o que fazemos deixa marcas no cérebro e modifica o seu funcionamento.
O cérebro cresce até os 10 a 12 anos. O final da infância não significa o final do desenvolvimento do cérebro. A adolescência é a fase final de desenvolvimento das conexões e formatação do cérebro.
O aprendizado se dá pelas novas conexões cerebrais.
O cérebro nasce com capacidade de aprender todas as línguas. A experiência molda o funcionamento dele.
Adultos podem modificar comportamentos, mas as escolhas e decisões não são racionais. Elas acontecem a partir dos nossos valores . Avaliamos as situações como positivas ou negativas utilizando os valores. O que dirige isso são as motivações que comparam expectativas e realidade e provocam prazer ou dor no corpo.
Quando há prazer, a informação é enviada ao cérebro como feedback de que aquele comportamento deve ser repetido. Em uma outra circunstância, a sensação de prazer será antecipada ao corpo, antes do novo comportamento.
A motivação é a antecipação desse sistema de recompensas provocando do prazer até a euforia no corpo.
O aprendizado é um grande estímulo para o cérebro.
As emoções não são acessórios e sim essenciais. São a expressão que o corpo dá ao conteúdo dos pensamentos, fazendo com que passem pelo corpo para obter o feedback de que algo pode ser bom ou ruim. O medo é um aviso do cérebro que passa pelo corpo.
É importante que o cérebro reconheça as pessoas que nos dão apoio na vida. O cérebro percebe o carinho e reduz o stress, criando resistência contra ele no futuro. A solidão gera alerta no cérebro de que ele precisa se preocupar com os laços e não mais com o cotidiano.
O cérebro tem capacidade de relacionar suas representações emocionais anteriores. As mesmas partes do cérebro que processam as funções como visão e audição são capazes de replicar situações anteriores prevendo os resultados que um comportamento vai gerar, também gera empatia. É possível antecipar emocionalmente como o outro se sentiria, me colocando no lugar dela.
A Imaginação
A imaginação é a capacidade de pensar em algo que não está na nossa frente através da criatividade. Dependem da reativação de experiências armazenadas no cérebro do indivíduo. Algo com que não se tenha experiências sensoriais não pode ser reproduzido novamente.
Quanto mais rica for a experiência de vida e sensorial da pessoa, de mais elementos será possível no futuro dispor para criar. Só conseguimos imaginar algo que experimentamos em alguma ocasião por meio dos sentidos.
O cérebro tem capacidade de se reorganizar e não se regenerar ou construir novos neurônios. A reorganização funcional do cérebro acontece quando existe demanda. Redistribuindo funções. Uso forçado na fisioterapia imobilizando a mão direita e forçando o uso da mão esquerda, obrigada a usar o cérebro de outras maneiras.
Cérebro necessita 500 calorias dia e experiências.
Quem tem TOC (transtorno obsessivo compulsivo) possui um sistema de detecção de erros que entra em atividade intensa. O córtex órbito-frontal envia informações de que existe algo errado constantemente. A pessoa sabe de alguma forma que a mensagem está errada mas o alarme é tão irrefutável que é difícil não tentar resolver a situação e quanto mais ela tenta resolver a situação, mais enraizados ficam os circuitos neurais na gânglio basal.
Pessoas com TOC, ao tentar mudar comportamentos de rotina racionalmente, continuam a enviar mensagens para o cérebro de que algo não está certo. É preciso muita força de vontade para se desvencilhar de tais hábitos.
O Efeito Placebo
O cérebro muda de acordo com a atenção focalizada, já que a atenção produz padrões no cérebro. O efeito placebo comprova a capacidade do cérebro de se ajustar as expectativas criadas. A atenção do paciente no alívio da dor a partir de um medicamento ainda que sem efeito gera reduçao da percepção de dor segundo pesquisa de Robert C. Coghill de 28,4 %.
Dr. Price e Dr. Schwartz estão realizando um trabalho que demonstra o efeito zenão quântico. A expectativa de alívio da dor leva o cérebro a ativar os circuitos cerebrais responsáveis por esta sensação, causando redução na sensação da dor efetivamente. As pessoas vivênciam aquilo que esperam vivenciar.
A pesquisa do Instituto de Neurociência da Northwestern
University sobre os insights detectou explosões repentinas e oscilações de alta freqüência no cérebro segundos antes dos insights. Ocilações propícias a criar conexões em varias partes do cérebro, capazes de enriquecer nossos recursos mentais e superar a resistência do cérebro para a mudança.
Para que o insight seja assimilado é preciso dar a ele atenção constante e especial. Bons líderes precisam aprender a reconhecer, estimular e aprofundar insights de sua equipe.
Para que um insight tenha valor ele precisa ser gerado pelo indivíduo e não apresentado como uma conclusão. Isso comprova a eficiência do coaching.
No momento do insight ocorre uma experiência positiva e energizadora.
Essa corrente de energia é primordial para mudar comportamentos. Ela ajuda a lutar contra forças contrárias internas e externas e combater as respostas da amígdala.
Cada um dos indivíduos tem uma arquitetura cerebral única. O cérebro humano e tão complexo e individual que não faz sentido tentar entender como o outro organiza o seu pensamento. As redes neurais são influenciadas pelos genes, experiências e padrões de atenção.
É muito mais eficiente ajudar o outro a chegar aos seus próprios insights. Adam Smith na teoria dos sentimentos morais diz que transformarmos nos em espectadores do nosso próprios comportamento.
A Neuroplasticidade
A neuroplasticidade auto dirigida é um conceito que diz que quanto maior for a concentração em uma ideia ou experiência mental, mais alta é a densidade de atenção. Os que significa a quantidade de atenção dispensada a uma experiência mental específica durante um tempo específico.
Isso tem o poder de ativar o EQZ e faz com que novos circuitos cerebrais sejam estabilizados e desenvolvidos. Assim, pode tornar os pensamentos e atos pretendidos em parte intrínseca da identidade dos indivíduos, influenciando quem ele é, como ele percebe o mundo e como o cérebro dele funciona.
Estudo em 1997 com 31 gestores do setor público realizado por pesquisadores do Baruch colege Geraldo Olivero, constataram que um único programa de treinamento aumentava produtividade em 28% e com coaching após o treinamento o aumento era de 88% porque as ideias aprendidas passavam a receber atenção posterior e além disso, atenção consciente ao resultado aprimorado.
A memória de trabalho reduzida comprova que vários pequenos instantes de aprendizagem digeridos são mais eficientes que grandes blocos de tempo em workshops. O grande desafio é fazer as pessoas prestarem atenção suficiente as novas ideias.
Martins Seligman estudo com 47 indivíduos em depressão profunda constatou:
1º momento – participantes concentravam atenção em em coisas que comprovadamente aumentavam a felicidade deles exercício as 3 bênçãos. Escreviam 3 coisas que haviam corrido bem naquele dia e não na infelicidade.
2ºmomento – eram formadas comunidades que ajudavam as pessoas a prestar atenção aos exercícios indutores de felicidade. O resultado eram níveis de depressão reduzidos de sintomas graves para leves em 94% dos casos .
O que os líderes e coachs podem fazer é ajudar as pessoas a focar sua atenção em ideias específicas com proximidade e frequência suficiente por um período longo o bastante. Deixar comportamentos problema no passado e concentrar-se em identificar e criar novos comportamentos eficazes. Perguntando e não aconselhando.
Atualmente um dos maiores desafios é ser capaz de focalizar atenção suficiente em uma ideia em um mundo cheio de distrações.
Elogios e palavras de encorajamento ajudam a promover sinopse de preservação e não de eliminação.
O poder está no foco e na atenção que é colocada nele.
A resposta para os desafios de mudança está em desviar o foco das pessoas para soluções e não para o problema, deixá-las chegar às próprias respostas e mantê-las focalizadas em seus insights.
Hoje existe a premissa que conhecimento é poder. Conhecimento transmitido a um receptor passivo. Na verdade, estas pesquisas comprovam que o que funciona é ensinar as pessoas a como aprender.
Motoristas de carros de corrida sabem que no que eles devem fixar sua atenção enquanto correm: eles aprendem desde cedo a se concentrar na estrada, não na parede ao redor da pista. Quando você acelera fazendo uma curva a 200km /h, se você se concentrar na parede, você vai dirigir-se direto para ela. Se, em vez disso, você se concentrar na estrada, você vai seguir a pista.
Esse é o segredo essencial de metas – direcionar sua atenção para o que você está criando, não o que você está evitando.
A liderança é assim.
Claro que existem inúmeras coisas que podem dar errado. Mas se você se concentrar neles, vai enlouquecer e travar o seu time. Concentre-se em onde você quer ir, em vez de sobre o que você quer evitar.
Mas como fazer isso na prática de forma a ativar seus melhores recursos neurais, colocando descobertas da neurociência para trabalhar para você?
Muitos líderes não percebem a influência que tem o foco na ação e comportamento.
Nossas mentes estão voltadas para alcançar a meta. Isto não tem nada a ver com ambição. Nossas mentes naturalmente se orientam para o resultado desejado e em praticar os comportamentos necessários e resultados intermediários necessários para alcançá-lo.
A neurociência vem nos ensinando que o foco é muito mais poderoso do que parece…
Processos Naturais de Realização
Ao afirmar claramente e se comprometer com um objetivo qualquer, você ativa os processos naturais de realização.
Da mesma forma, quando você não articula uma meta, os mesmos processos de obtenção entram em ação, mas eles trabalham para reforçar hábitos e repetir padrões históricos, que já são arraigados ao longo do tempo.
Como líder, sua mente orientada para um objetivo ou meta, está sempre criando.
Ao perguntar: “O que estou criando” você ativa o foco deliberado. Mais do que um aspecto apenas psicológico, o foco tem uma base neurológica, também. Ao concentrar-se intensamente em um resultado, ação ou direção, você ativa o modo simpático do sistema nervoso autônomo.
Simpático – sym e pathos – significa com sentimento. O modo simpático é uma onda de energia que desencadeia o movimento físico e emocional em relação ao objeto de foco.
Sistema Nervoso Simpático
A fisiologia do sistema nervoso simpático aumenta a energia e prepara o corpo para a ação para a necessidade de fazer, expressar, e agir. Ao concentrarmo-nos intensamente em um objetivo, os nossos movimentos físicos começam a nos mover em direção a ele.
Deste modo, os nossos músculos e movimentos alinham nossa ação física com o nosso foco mental.
Eric Kaufman, um coach executivo e autor de livros de liderança, afirma que para protagonizar realizações significativas, declarações inteligentes não são suficientes. Ele aponta oito iniciativas que atuam como verdadeiros neurotargets para melhorar seu foco em resultado:
1. Fazer uma declaração de meta com data de conclusão:
Declarações específicas e não gerais, ativam os gatilhos neurais de inovação e resolução de problemas (melhoria de 12% não é tão específico quanto um aumento de 12% em relação ao último trimestre)
2. Identificar os benefícios de atingir essa meta(do ponto de vista pessoal, material, espiritual):
Metas são desafiadoras, se não fossem, já estariam concluídas. Os benefícios são a motivação para seguir o plano quando você e sua equipe estão cansados, entediados, frustrados, ou distraídos.
3. Levantar os bloqueios que eu posso prever:
Antecipar cuidadosamente possíveis obstáculos permite planejar estratégias para superá-los.
4. Verificar informações e habilidades necessárias para realizar o objetivo:
Quais os conhecimentos ou habilidades você terá que adquirir ou desenvolver, a fim de realizar seu objetivo?
5. Identificar pessoas e/ou grupos de indivíduos que possam contribuir no sentido de alcançar o meu objetivo:
É necessário se conectar com as pessoas que irão acelerar seus resultados, e mantê-lo motivado.
6. Listar passos, ações e etapas para alcançar o objetivo:
Comprometer se em escrever as ações necessárias é uma parte. Adicionar o prazo estimado para cada ação e a data de conclusão realmente funciona.
7. Imaginar que o seu objetivo vai lhe proporcionar (descrever o que você sentirá quando sua meta for concluída):
Esta é uma iniciativa poderosa, pois ajuda a perceber como você se sente quando se depara com apossibilidade concreta de alcançar isso, quando imagina como está comemorando e que está com você!
8. Praticar afirmações de sucesso (lembretes positivos sobre sua capacidade e avanços):
Esta é uma forma de ancorar a sua atenção e manter o seu foco, escrever um breve título que poderosamente articula seu objetivo e confere sentido ao seu propósito em alcançá-lo!
E você como pode aplicar estes princípios na sua vida hoje?
Caroline Calaça e Cássia Morato- Executive &Business Coaches
Hábitos para Focar a sua Energia naquilo que pode fazê-lo Avançar
1. Dar foco naquilo que tem alto impacto no resultado
Victor Hugo dizia: “O futuro tem muitos nomes. Para os fracos, é inalcançável. Para os temerosos, o desconhecido. Para os valentes, é a oportunidade”.
Mantenha seus olhos nas coisas grandes para que possa agarrar as oportunidades quando surgirem. Há gente que consegue porque está olhando, porque está atenta. Porque, quando você se distrai com os detalhes, perde de vista as melhores oportunidades.
Dar atenção ao valioso é como mover-se com uma bússola para saber em que direção ir: olhar e estar atento para capturar o bom.
2. Utilizar os tesouros do passado.
Pense em algo que tenha alcançado, em como se comportou, como falou, como caminhou, o que fez…. Quando estiver em uma situação difícil, recorde um sucesso e torne a incorporá-lo a sua mente.
Utilize o poder das experiências vividas e lembre como agiu para repetir as estratégias vencedoras. Tudo o que buscar, que seja com uma atitude de sucesso.
Quando tiver que falar com alguém importante, lembre-se de quando se dirigiu a alguém importante outras vezes e como se sentiu nessa ocasião. Isso é, torne a recuperar as conquistas de sua história e faça disso um hábito de vida.
3. Auto afirmar-se permanentemente.
Busque observar quais as afirmações faz a si mesmo durante a sua trajetória. Se caminhar afirmando: Tudo vai dar certo, e faça disso um hábito permanente em sua vida, você pode ampliar suas chances de sucesso.
O que acontece é que damos descontos para nossos sucessos: Não foi nada, estudei do mesmo jeito de sempre. Fui bem porque tive sorte. Dizemos: Minhas notas até que não eram ruins…
Em vez de dizer: Minhas notas eram boas, etc. O hábito da autodepreciação existe apenas porque lhe ensinaram a ser assim. Essas travas internas só servem para você se sabotar e se afastar do sucesso.
4. Utilizar tudo para melhorar.
As críticas podem ajudá-lo as descobrir suas áreas vulneráveis. Aproveite todas as oportunidades para crescer. Mesmo quando alguém o criticar, precisa agradecer, porque, se você se ofender, significa que tocaram numa fraqueza sua, e está em tempo de transformas esta fraqueza em força.
Essa crítica está lhe dando oportunidade de mudar. Prossiga com uma autoestima tão alta que, mesmo que seja insultado, não pare para ouvir o que estão dizendo. Faça do crescimento um hábito. Aprenda mais sobre si mesmo.
Quando disser já sei tudo, esse será seu teto. Onde você chegou hoje não é tudo, ainda há mais. O melhor ainda está por vir!
5. Não perca tempo com pessoas difíceis.
Não perca tempo com gente complicada! A primeira coisa que você tem que aprender é a não perder tempo com quem debocha, machuca ou subestima com palavras.
Pessoas que agem assim tem dificuldade de autoaceitação e cultivar embates verbais com este tipo de gente, pode levá-lo a drenar energia interna valiosa para ser aplicada na busca de seu objetivo. Toda disputa leva você a decidir onde quer concentrar a sua energia. O que a maioria se esquece é qual o preço que pago por concentrar sua energia em algo que não deseja para si!
E você, já sabe qual destes hábitos tem contribuído para você desviar seu foco daquilo que interessa? Quais as decisões que se você tomar agora, vão garantir que sua energia está sendo dispendida em atividades que vão levá-lo aonde deseja estar?
Caroline Calaça e Cássia Morato-Executive &Business Coaches
Trabalhar em equipe é uma necessidade que se impõem não só no trabalho, como também na vida e esta é uma habilidade que pode ser desenvolvida, como outra qualquer. Para ser capaz de ser dar bem com seus colegas, fazer amizades genuínas ou melhorar um relacionamento amoroso é fundamental se comportar como parte de uma equipe.
Muitas vezes, ao parar de se concentrar no jeito que acha que as coisas deveriam ser para serem justas você pode dar foco em estratégias para melhorar seus resultados:
1. Concentre-se em seus esforços, não na importância que acha que tem.
Em vez de prestar atenção em quanto se acha superqualificado, concentre-se em seus esforços. Sempre há oportunidades para você se aperfeiçoar.
2. Aceite as críticas com elegância.
Se alguém lhe oferecer uma opinião, não se apresse em pensar “Esse cara é um idiota”. A opinião dos outros se baseia em como eles percebem você, o que, é claro, vai ser diferente da maneira como você se percebe. Disponha-se a avaliar críticas e considerar se quer mudar seu comportamento.
3. Reconheça seus defeitos e suas fraquezas.
Todos os têm, quer admitam ou não. Reconhecer que tem inseguranças, problemas e características pouco atraentes ajuda você a não desenvolver uma percepção distorcida de si.
Só não use essas fraquezas como desculpa para achar que o mundo lhe deve alguma coisa.
4. Pare e pense sobre como as outras pessoas se sentem.
Não se concentre no que pensa que merece na vida. Dedique algum tempo a pensar em como os outros devem estar se sentindo. Ao aumentar a empatia pelos outros, sua sensação de ser exageradamente importante diminui.
5. Não fique contando os pontos.
Você pode ter conseguido se livrar da dependência de drogas ou ajudar um idoso a atravessar a rua – em qualquer desses casos, o mundo não lhe deve nada em troca. Não fique contando os pontos das suas boas ações – ou das razões porque se sentiu prejudicado – porque você apenas vai se preparar para ficar decepcionado quando não receber o que acha que lhe devem.
Finalmente, para atuar bem em equipe, busque sempre contribuir com seu melhor cooperando com os outros para que os resultados e mantenha seu foco nos objetivos do time, pois todos crescem individualmente quando os objetivos coletivos são atingidos.
Caroline Calaça e Cássia Morato -Executive & Business Coaches
Em seu blog esta semana, Daniel Goleman aponta caminhos para que um líder possa fugir da distração e dar foco naquilo que tem alto impacto no negócio. Ele lembra que as demandas conflitantes sobre a atenção de um líder são um problema bem antigo.
Cesar não tinha um smartfone ou laptop, mas com certeza muitas pessoas puxaram sua toga para serem notadas. O que é diferente no mundo atual é a enxurrada de informações que chegam até nós por meio de dispositivos eletrônicos.
Hábito Multitarefa
Goleman lembra que o hábito multitarefa reduz a nossa capacidade de concentração e aponta uma pesquisa realizada por Nass e seus colegas em que eles analisaram particularmente em pessoas que usam simultaneamente muitos dispositivos de mídia – as chamadas de voz, textos, e-mails e computadores e smartfones.
O que eles descobriram é que “as pessoas que são regularmente bombardeadas com vários fluxos de informação eletrônica não prestam atenção, não controlam a sua memória, ou mudam de um emprego para outro, como aqueles que preferem completar uma tarefa de cada vez.”
Como Nass disse: “Eles adoram irrelevância e tudo serve para distrai-los.”
Dê foco ao que interessa
Adorar irrelevância não está nas centenas de listas de competências de liderança de alto desempenho de grandes e pequenas empresas.
Alguns recursos que estão nessas listas são com alguma variação, ser capaz de prestar atenção e dar foco ao que interessa, memória de controle, e mudar de um emprego para outro de forma eficaz e coerente!
Trabalhe para manter o foco
Trabalhar para manter o foco claro em uma tarefa – apesar de intrusões – consistentemente ocupa circuitos de atenção do cérebro. Assim como os músculos do nosso corpo, a atenção pode tornar-se cansativa.
Os sintomas comuns da fadiga de atenção são redução de eficácia, o aumento da distração e irritabilidade. Estes sintomas também indicam o esgotamento da energia requerida para manter o funcionamento neural.
Os líderes devem ser hábeis em mais de um tipo de foco.
Uma atenção mais aberta e descontraída é necessária para em situações que exigem criatividade e inovação. Esta habilidade é aquela em que a autoconsciência é crucial: monitoramento atenção nos permite verificar se o nosso modo de atenção está adequada às necessidades do momento.
Daniel Goleman tem produzido intensivamente sobre o foco, incluindo o foco triplo:
Foco interior,
Um foco sobre os outros,
Focar o mundo exterior.
Autoconsciência perspicaz e fortes habilidades em auto-gestão
Segundo ele, é preciso autoconsciência perspicaz e fortes habilidades em auto-gestão para observar o nosso território interior, os mundos emocionais dos outros, e o que está acontecendo nos sistemas maiores do qual somos parte.
Se o trabalho do líder inclui dar feedback, motivar as pessoas e responder a situações de mudança no seu ambiente, é necessário ter foco triplo.
Em uma enxurrada de distrações, como os líderes podem recuperar o seu foco no que é importante, tanto no momento e no longo prazo?
A grande notícia é que pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison Thomas E. Gorman & C. Shawn demonstra que dez minutos sessões de mindfullness: atenção plena na respiração, três vezes por dia, inverte a degradação da concentração comum em pessoas viciadas em multitarefas, fazendo com que o líder possa reabilitar sua capacidade de dar foco naquilo que interessa.
Decidir o que está sob seu controle ou não depende em grande parte de seu sistema de crenças. O campo da psicologia se refere a isso como seu lócus de controle. Segundo Morin(2016), Pessoas com um lócus de controle externo acreditam que sua vida depende muito de destino e da sorte. São mais inclinadas a acreditar que “o que tiver que ser será”.
Já as pessoas com um lócus de controle interno acreditam que têm total controle sobre seu futuro. Assumem plena responsabilidade por seus sucessos e fracassos na vida e acreditam que têm a capacidade de controlar tudo, de seu futuro financeiro a sua saúde.
Lócus de controle externo e interno
Seu lócus de controle determina como você enxerga as circunstâncias. Imagine um candidato que vai a uma entrevista de emprego. Ele tem a qualificação, a educação e a experiência que a companhia procura. Mas poucos dias depois da entrevista recebe uma ligação dizendo que não conseguiu o emprego.
Se tiver um lócus de controle externo, vai pensar: “Provavelmente encontraram alguém super qualificado querendo essa posição. De qualquer maneira, não era o trabalho certo para mim mesmo.”
Por outro lado, se tiver um lócus de controle interno, é mais provável que pense: “Eu não devo ter conseguido impressioná-los. Sabia que deveria ter refeito meu currículo. Também tenho que aprimorar minhas habilidades para entrevistas.
Diversos fatores influenciam seu lócus de controle.
Sua criação certamente desempenha um papel. Se você cresceu em uma família em que o trabalho sacrificado era valorizado, pode ter se inclinado mais para um lócus de controle interno, por acreditar que dar duro vale a pena.
Mas se seus pais incutiram em você pensamentos como “seu voto não conta nada neste mundo” ou “não importa o que fizer, o mundo sempre vai colocá-lo para baixo”, pode ter desenvolvido um lócus de controle externo.
Seu lócus é influenciado por suas experiências
Suas experiências na vida também podem influenciar seu lócus de controle. Se você for bem-sucedido quando se esforçar, vai ver que tem muito controle sobre os resultados.
Mas se você acha que, não importa o que fizer, as coisas nunca darão certo, pode começar a sentir que tem menos controle.
Muitas vezes o é realizado como a “melhor” maneira de agir.
Ideias como “você pode fazer qualquer coisa desde que se esforce” têm sido valorizadas em muitas culturas. Na verdade, pessoas com um grande senso de controle se tornam grandes presidentes de empresas por acreditarem em sua capacidade de fazer a diferença.
Médicos também gostam de ter pacientes com forte lócus de controle interno, porque fazem todo o possível para tratar e evitar doenças. Mas há também aspectos negativos potencias em acreditar que você pode controlar tudo.
Dê foco naquilo que você pode controlar
O que mais interessa é ser capaz de dar foco naquilo que você pode controlar. Na verdade, nunca poderemos controlar tudo, mas podemos concentrar nossa energia nas coisas que dependem de nós e que podemos mudar.
Esta postura nos coloca na posição de condutores da nossa própria vida, de pessoas capazes de conquistar aquilo que buscam.
Caroline Calaça e Cássia Morato-Executive & Business Coaches
As informações são transformadas em conhecimento pelas decisões que as pessoas tomam ao reunir pedaços separados e muitas vezes desconexos de informações. Assim, ao reunir estas partes, dando a elas um significado, tomam uma decisão que leva as pessoas a entrar em ação para buscar um resultado qualquer.
Por exemplo, uma equipe de pós venda de uma concessionária, ao avaliar os registros de clientes do sexo feminino descobre que a cada ano elas rodam em média 5 mil quilômetros. A partir desta informação decide criar um pacote de serviços de revisão mínimo para este grupo de clientes.
Mas qual seria o papel do líder para fomentar a transformação de conhecimento em ação?
1. Deixar claro que toma as decisões:
Esclarecer de quem é a responsabilidade de decidir, principalmente em equipes responsáveis por projetos ou em estruturas matriciais, para evitar áreas nebulosas ou dúvidas que podem originar omissões em tarefas importantes.
2. Alinhar as expectativas:
Por incrível que pareça, é muito comum profissionais assumirem cargos de liderança e se omitirem neste aspecto. Alinhar expectativas representa dizer aos liderados o que se espera de entrega de cada um deles, bem como serão avaliados em seu desempenho.
Esta clareza possibilita que cada um tenha um norte e saiba aquilo que realmente tem impacto nos resultados.
3. Empurrar a tomada de decisão para o ponto mais baixo da hierarquia:
Estruturas em que as decisões são tomadas majoritariamente por níveis hierárquicos mais altos, têm como resultado a lentidão e um desempenho muito abaixo de sua capacidade.
Dar espaço e oportunidade para decidir gera responsabilização e autonomia, contribuindo também para maior engajamento das pessoas.
4. Deixar claro que valoriza a ação de alto impacto:
Entenda-se por alto impacto aquilo que vai contribuir para os objetivos mais relevantes da área e não atividades rotineiras que podem consumir o tempo e não ter impacto no negócio.
Ações relevantes são aquelas dirigidas a um propósito definido e que esteja alinhado com a estratégia do negócio.
5. Remover os obstáculos e barreiras do caminho:
Processos com gargalos que restringem os esforços das equipes, burocracia administrativa, regras que foram perdendo o sentido ao longo do tempo. Investir tempo e esforço em mobilizar as pessoas para sugerir mudanças necessárias gera confiança e destrava a tomada de decisão.
6. Criar urgência:
Desafiar as pessoas para envidar esforços naquilo que realmente interessa e apoiar as pessoas para dar foco nos prazos. Apoiar para desdobrar as táticas em atividades e tarefas de forma que sejam factíveis e alcançáveis no prazo requerido.
Foco Constante
A habilidade de transformar conhecimento em ação requer foco constante na gestão das pessoas, dando a elas um rumo claro, apoio para decidir e fazer as mudanças necessárias e um senso claro de distribuição das metas na linha do tempo para imprimir um ritmo adequado as conquistas que perfazem o resultado da área.
Caroline Calaça e Cássia Morato – Executive & Business Coach