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O que Você vem Adiando que tem Comprometido sua Capacidade de Entregar Resultados?

O que Você vem Adiando que tem Comprometido sua Capacidade de Entregar Resultados?

O adiamento provavelmente consumirá mais tempo no seu local de trabalho do que em qualquer outro lugar. Se você for uma pessoa que costuma adiar, achará o Faça Agora um elemento-chave para ajudá-lo a identificar onde existe adiamento nos seus hábitos profissionais e a superá-lo.

Isso pode parecer simples, mas é um remédio amargo de se tomar. Muitas vezes o motivo para você não fazer as coisas é simplesmente que não as está fazendo. Você pode, no entanto, reverter essa tendência começando agora – neste minuto, a aprender a superar o adiamento e a aumentar a sua produtividade pessoal. Como? As sete maneiras a seguir de superar o adiamento podem lhe trazer benefícios imediatos e imensos.

1. Faça uma vez só

Separar todos os papéis de sua mesa e criar as pilhas de “afazeres” e “para fazer depois” é uma prática comum. Se você é um criador de pilhas, tem vários companheiros.

Crie duas pilhas de documentos: a primeira “leitura para se familiarizar”. A segunda é sua leitura para tomar “atitudes”

2. Elimine pequenas coisas que o fazem se sentir sobrecarregado e dispersam a sua atenção

Aja em relação a essas tarefas menores, “menos importantes”. Faça uma lista de todas elas, reserve algum tempo e faça-as uma por uma. Ou tome a decisão de não fazer uma delas e jogue-as no lixo.

3. Resolva os problemas enquanto eles são pequenos

Aprenda a detectar aquelas pequenas bandeiras vermelhas que dizem que algo está errado e que as coisas só piorarão se você não tomar alguma atitude. A pergunta então é: quando e como devo agir em relação a esses pequenos indicadores?

4. Diminua as interrupções

A maioria das pessoas admite que elas têm dificuldade de evitar ou impedir interrupções. Crie estratégias para poder trabalhar em alguns horários se ser interrompido.

5. Coloque os atrasos em dia

Se tiver de enfrentar uma carga pesada de fluxo de trabalho e ao mesmo tempo um acúmulo de trabalhos atrasados, será preciso tratar desses últimos se quiser ter o fluxo de trabalho sobre controle.

Existem cinco etapas para lidar com trabalhos atrasados:

1) Identifique os trabalhos acumulados

2) Coloque-os em ordem de prioridade

3) Reserve um tempo todo dia para fazer um desses trabalhos

4) Identifique a causa do atraso

5) Tome providencias para remediar a causa e evitar que o atraso ocorra novamente e que qualquer outro acúmulo de tarefas seja criado no futuro

6. Comece a operar visando ao futuro, em vez de visar ao passado

O seu foco é obscurecido pelo fato de estar sendo puxado para o passado. Os psicólogos dizem que um dos indicadores da saúde mental de uma pessoa é o grau em que ela opera no passado, em relação ao que opera no presente e no futuro.

Operar no ou a partir do passado é considerado uma característica do psicótico. Operar a partir do presente, visando ao futuro, é considerado algo “são”. Não é de se admirar que nos sintamos um pouco “loucos” quando temos excesso de tarefas atrasadas.

7. Pare de se preocupar com isso

Uma coisa é perder tempo repetindo as coisas ou lidar com interrupções extras ou “incêndios” maiores, mas o grande dano de adiar as coisas é a forma com que isso o afeta mental e emocionalmente.

Como você se avalia a partir destas etapas? O que você vem adiando de forma sistemática e que tem comprometido sua capacidade de entregar seus melhores resultados? Se você não fizer nada para mudar isso, o que você deixará de alcançar? E quando você vai virar o jogo?

Caroline Calaça
Advisor de Negócios

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O que torna uma Equipe capaz de entregar Resultados de Qualidade?

Trabalhar em equipe não é necessariamente o mesmo que trabalhar como uma equipe, afirma David Clutterbuck, consagrado coach inglês e autor de 54 livros. Segundo ele colaboração compreende disponibilidade, comprometimento, eficiência e eficácia. Mas o que torna uma equipe capaz de entregar resultados de qualidade?

Clutterbuck aponta seis componentes da qualidade ao trabalho em equipe:

1. Comunicação:

A comunicação que promove o trabalho em equipe deve ser adequadamente frequente, formalizada, estruturada e aberta. Tarefas e estruturas de equipe diferentes exigem níveis diferentes de cada um desses aspectos.

  • Rotinas e reuniões fixas, são adequadas para tomadas de decisão e revisão de operações.
  • Reuniões de corredor assim como trocas informais de comentários online são importantes para a construção da qualidade no relacionamento e para fomentar novas idéias.
  • Conversas abertas sobre comportamentos podem ser prejudiciais quando a equipe se encontra numa atividade urgente e devem ser postergadas até que haja uma situação mais naturalmente favorável.

2. Coordenação:

A coordenação diz respeito ao nível de entendimento comum sobre como e com o que cada membro da equipe está contribuindo.

  • Metas e prioridades definidas são essenciais à coordenação.

3. Equilíbrio entre as contribuições individuais:

Todos os integrantes da equipe são capazes e compartilham todos os benefícios de seus conhecimentos e experiência

  • Os indivíduos dominantes não suprimem as idéias e opiniões dos outros.

4. Apoio mútuo:

Ter um posicionamento cooperativo em vez de competitivo; demonstrar respeito mútuo, dar apoio e ajudar a desenvolver as idéias de outras pessoas.

5. Esforço:

Ter normas positivas a respeito da divisão da carga de trabalho e dar prioridade às tarefas da equipe em relação às outras obrigações.

6. União: “permanecer juntos”. A união depende de três fatores:

  • O quanto os membros do grupo se dão bem
  • O quanto gostam da companhia uns dos outros
  • O quanto se sentem orgulhosos por fazer parte desse grupo: qual a identidade e espirito da equipe

Vale ressaltar que o lider tem um papel de criar e nutrir as condições para a equipe possa entregar aquilo de tem de melhor.

Caroline Calaça- Executive & Business Coach

 

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O que os Empreendedores com Resultados acima da Média têm de Diferente?

Muitas pessoas acreditam que o sucesso é fruto do acaso, o que definitivamente não é verdade! Mas por que alguns empreendedores com resultados acima da média são tão diferentes?

1. Têem uma convicção

Têem uma convicção de que podem começar, enfrentar as dificuldades, experimentar, trabalhar com dedicação e aprender ou criar sempre que tiver que superar um obstáculo qualquer.

2. Atitude de vencedor:

Com esse conhecimento, é possível avaliar alguém durante dez minutos e descobrir seu destino como empreendedor de sucesso. Se em algum momento a pessoa lamuriar “bem, não sei isso ou não tenho aquilo”, a probabilidade de fracassar aumenta enormemente.

Neste caso, não se trata do que eles estão dizendo que não sabem ou do que eles estão dizendo que não têm: de modo geral, é o modo como dizem isso. Se parecer fraco, abatido ou desprovido de energia, poderá realmente fracassar! Até mesmo o tom de voz pode dizer muito de como esta pessoa vê o mundo.

3. Complexo de inferioridade:

Afirmam com freqüência “Bem, certamente, ele pode fazer isso, mas eu não posso”. Na realidade, indivíduos bem-sucedidos tiveram de começar exatamente como as outras pessoas. Se você tem uma opinião que diz que esses indivíduos são abençoados por Deus, têm mais sorte ou são mais privilegiados que você, vai se dar mal.

Mas você pode dizer: “Bem, aquela pessoa atingiu isso, então eu também posso. Eu apenas tenho de entender o que ela e outras pessoas têm feito e seguir suas trajetórias.”

Dicas para quem quer caminhar consistentemente para o sucesso:

1. Definir quais são as coisas que você terá de aprender para obter sucesso nessa nova empreitada .

2. Definir quais as coisas que terei de criar de modo a dar o primeiro passo

3. Estabelecer quais as pessoas nas quais posso me espelhar e seguir para encurtar a curva de aprendizado são…

4. Reconhecer e gerenciar quais as desculpas que provavelmente poderei dar para mim mesmo durante o caminho que terei de percorrer

5. Avaliar e monitorar os progressos e as rotinas para ter impacto significativo naquilo que se pretende alcançar

E você o que precisa fazer bem? E o que pode melhorar? Avalie suas possibilidades e dê foco naquilo que pode levá-lo para o próximo nível.

Caroline Calaça e Cássia Morato, Executive & Business Coaches

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O que o Coach faz?

O que o Coach faz?

Muitas pessoas que tem interesse em se tornarem coaches questionam quais são os fatores que contribuem para um coach fazer bem o seu trabalho, de modo a promover um cenário que possibilite o desenvolvimento do coachee e a entrega de resultados satisfatórios.

Naturalmente que a primeira coisa é ter feito uma formação sólida que permita que ele atue com segurança. Mas alguns fatores relacionados a prática do coaching, são determinantes para se tornar um coach diferenciado:

1. Estabelecer de um contrato claro

Envolve explicar o processo de coaching e acordar todos os arranjos logísticos, também detalhar a confidencialidade, os temas do programa de coaching.

2. Construir uma relação de confiança

Compreende como o coach se comunica (verbalmente e com linguagem não verbal), elabora perguntas e como eles podem efetivamente usar histórias e metáforas para ajudar o coachee.

3. Conduzir uma agenda facilitadora

Detalhar a definição de metas, o progresso em direção a elas e como o coach mantém o foco do coachee em alcançá-los.

4. Facilitar a reflexão e a aprendizagem

Abrange a competência do coach na criação de oportunidades, através de uma série de técnicas, para o cliente refletir e depois aprender.

5. Gerenciamento emocional

Considera as respostas emocionais apropriadas para o coach lidar com as emoções do coachee.

6. Revisão dos resultados

Tanto para o coachee quanto para o coach, oportunidade de refletir e desenvolver-se buscando atingir melhores resultados.

Caroline Calaça e Cássia Morato-Executive & Business Coach

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O que o Coach pode aprender com as Mães

Todo ano temos a oportunidade de homenagearmos as nossas mães e expressarmos nosso amor e nossa gratidão a elas.

As mães tem um papel de grande importância no mundo, pois além de gerar os filhos, são elas que nos preparam para a vida adulta.

Quando questionamos as mães qual é o maior sonho que elas têm para seus filhos, invariavelmente escutamos que sonham em ver os filhos encaminhados na vida. Se buscarmos entender o que isso significa, vamos descobrir que esperam ver os filhos e caminhando pelas próprias pernas, exercendo sua autonomia e independência.

Status de Independência e Autonomia.

Muitas mães sem ter jamais conhecido o que é coaching, intuitivamente adotam comportamentos que são fundamentais para o alcance deste status de independência e autonomia. A idéia deste artigo é examinar quais são os comportamentos positivos das mães que contribuem para este resultado:

1. Acreditar que o filho é capaz:

Ao dar um voto de confiança aos filhos a mãe gera emponderamento e promove autoconfiança

2. Promover o foco no futuro:

Ao ajudar a olhar para o que pode ser, no lugar daquilo que já foi, cria-se um espaço para examinar as possibilidades e para se responsabilizar pelas conquistas que podem vir

3. Olhar para a solução:

Quando um filho desesperado procura a mãe, ela tende a tranquilizá-lo e ao ajudar a imaginar como ele poderia solucionar uma questão ela o envolve como parte da solução, criando espaço para ser protagonista no lugar de ser vítima

4. Incentivar a curiosidade:

Ao convidar o filho para assumir uma atitude curiosa e investigativa, ela promove ampliação de seu repertório de conhecimentos e de habilidades para lidar com o novo

5. Perguntar como ele pode lidar com uma situação:

Ao provocar o raciocínio para criar estratégias a mãe estimula a criatividade e gera engajamento para superar um obstáculo qualquer

6. Dar feedback:

Quando a mãe ajuda o filho a perceber quais os comportamentos que ele adota que contribuem para os resultados que ele têm, ela ajuda o filho a se conhecer e a escolher comportamentos adequados para obter os resultados que ele deseja alcançar

7. Responsabilizar pelos resultados:

Ao lembrar o filho que ele é responsável por suas conquistas na vida a mãe cria um contexto que o coloca na condição daquele que escolhe e que arca com os resultados de suas escolhas

Todos estes comportamentos são requeridos para que o coach construa uma parceria sólida e produtiva com seu coachee, embora em outros momentos o papel do coach seja bastante distinto do papel da mãe.

É bom lembrar que não cabe ao coach dar conselhos, prescrever soluções, dar sermão, fazer e comunicar julgamentos sobre comportamentos, entre outros. Mas os comportamentos acima são centrais para ajudarmos nossos clientes a conquistar autonomia, independência e capacidade para entrar em ação buscando aquilo que ele almeja!

Cássia Morato Executive& Business Coach

 

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Medir ROI em Coaching é Possível?

Mensuração de Roi em projetos que envolvem capital humano

O capital humano o é o grande ativo das organizações e uma das principais atribuições de um líder em uma empresa é potencializar este capital gerando resultados financeiros. O desafio é estimar com exatidão esta relação. Isto porque, tudo que diz respeito a pessoas pode ser demasiadamente subjetivo para que se possa ser traduzido em uma dimensão financeira.

Muitos autores vêm analisando metodologias que permitam avaliar o impacto no negócio, dos investimentos em capacitação e desenvolvimento e demonstrar com a máxima exatidão, como estes investimentos resultam em benefícios tangíveis para a organização.

O ROI representa a última linha de análise.

Isto é, utilizando-se uma determinada metodologia, ele pode tangibilizar o que é aparentemente imensurável demonstrando se o orçamento destinado a um determinado projeto resultou ou não em benefícios compatíveis e facilitar a conclusão sobre a viabilidade de se investir novamente.

No mundo dos negócios, o que não se demonstra financeiramente, não justifica esforços e verbas destinadas. Evidenciar a efetividade e os benefícios do coaching executivo é essencial para a continuidade da abordagem. Sendo assim, mensurar o ROI torna-se imprescindível para a credibilidade e valorização dos processos de Recursos Humanos.

ROI em Coaching

ROI em coaching é idealizado por muitos coaches e por departamentos de recursos humanos como um conhecimento que seria capaz de chancelar a eficácia dos programas de coaching e justificar valores despendidos na capacitação do capital humano. Porém, poucos estudos consistentes existem sobre tal assunto.

É preciso que sejam conduzidas pesquisas rigorosas sobre processos, práticas e retornos do coaching para fortalecer o impacto da atividade (IRELAND, 2008). Especula-se que as organizações não meçam o ROI porque não acreditam que seja importante ou por não saberem como medir.

A pesquisa EDA 2004 constatou que nenhuma das medidas atuais, empíricas ou estatísticas são utilizadas com preferência de 70% pelos administradores dos projetos de coaching em suas organizações.

Avaliação dos Resultados Formal

Um terço das organizações não realizam qualquer tipo de avaliação dos resultados formal, embora 23% delas incluam coaching formalmente em suas estratégias de aprendizagem e desenvolvimento.

Complementa-se a este fato, os relatos encontrados na pesquisa da EDA do ano de 2004 em que foram entrevistados coaches executivos, líderes e organizações, constatando que, embora a grande maioria das organizações não meçam o ROI do coaching, 72% delas gostariam de fazê-lo.

Salienta-se ainda que, nesse estudo 21% das organizações não se interessam em medir ROI e não acreditam que uma conexão seja possível porque sentem que é difícil demais de medir e por isso não querem nem tentar (UNDERHILL; MCANALLY; KORIATH, 2010).

Apostar em uma Liderança

As organizações mais desenvolvidas, normalmente também as mais competitivas, apostam em uma liderança baseada em aproveitar os talentos de seus empregados e na medida do possível, facilitar seu desenvolvimento (FELIU, 2011).

Os líderes que passam por coaching esperam normalmente uma experiência diferenciada e impactante, enquanto a contratante precisa que estas experiências se traduzam em cumprimento de objetivos e gerem impacto nos negócios.

Os líderes se preocupam menos com medições.

É comum a visão de que líderes de negócios estão sempre exigindo retorno sobre qualquer investimento significante. Entretanto, os líderes frequentemente veem o coaching como um benefício pessoal, e por isso estão menos inclinados a exigir medidas de ROI.

Por outro lado, representantes organizacionais como profissionais de RH e Treinamento e Desenvolvimento (T&D), se sentem mais obrigados a justificar os custos de programas de coaching (UNDERHILL; MCANALLY; KORIATH, 2010).

No Reino Unido e oeste da Europa, considera-se o RH como responsável pela mensuração e determinação de valor dos benefícios advindos do desenvolvimento comportamental e o foco nos objetivos organizacionais afirmando ser fundamental para resultados bem sucedidos, o alinhamento do coaching com os objetivos estratégicos (FRASER, 2011).

Mensuração de Resultados Financeiros

O ROI é a linguagem pela qual, no mundo dos negócios, é possível interpretar se um investimento comparado a outro é mais vantajoso. Medir o retorno sobre investimentos em programas de RH está se tornando uma exigência, uma vez que, executivos de todo o mundo estão cada vez mais preocupados com a mensuração de resultados financeiros .

No futuro, cada vez mais os profissionais de RH serão cobrados por ROI nos investimentos em Coaching executivo para demonstrar de forma fácil e descomplicada, tanto os benefícios tangíveis, quanto os intangíveis (MORIN, 2010).

À medida que a maturidade no uso do coaching executivo cresce, aumenta também a demanda sobre o RH de avaliaçõs consistentes e mensuráveis de retorno (FRASER, 2011).

Retorno sobre o Investimento

Apesar da credibilidade do coaching estar crescendo significativamente, o RH continua não medindo formalmente o retorno sobre o investimento, simplesmente porque não sabe como fazê-lo ou não acredita que isso seja relevante (Gráfico 3).

No entanto, os profissionais coaches continuam acreditando na importância de tal mensuração e atrelando visibilidade e credibilidade no trabalho de coaching ao ROI.

A maioria das pessoas espera do coaching impacto nos negócios, porém utiliza-se principalmente de medidas empíricas para avaliar os resultados (SHERPA, 2011).

Projeto de Mestrado Caroline Calaça – Universidad Alcalá Madrid

Sherpa 2011

 

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Como Você vê o Fracasso?

Vivemos em uma cultura do culto ao sucesso e esta evidência que o status de ser bem sucedido tem atualmente, impele as pessoas a acreditarem erroneamente que o fracasso é motivo de vergonha ou sinal de fraqueza.

Na realidade, se for avaliar em perspectiva, o fracasso não existe, o que existe são apenas resultados indesejados, que podem ser utilizados como fonte de feedback para atingir o propósito estabelecido.

Resultados indesejados

Assim como não existe fracasso quando comunicamos algo e o outro não entende, somente a resposta é que pode ser avaliada em função de um resultado desejado, pode se dizer que o fracasso em si não existe.

O que existe são resultados indesejados, que sempre ser podem mudados para um resultado desejado. Em compensação, ao qualificar um “resultado não desejado” como “fracasso” pode parecer que não existe possibilidade de você conseguir o desejado. E isso não é realista.

Fontes de feedback

Por este motivo é mais efetivo utilizar os resultados indesejados como fontes de feedback. Utilizando as informações que os resultados “não desejados” fornecem, você pode atuar de outra forma até conseguir alcançar o seu objetivo.

Ao acreditar que o fracasso é o fim da linha ou que deve ser escondido, você fecha as portas para o sucesso que se segue ao fracasso, pois o fracasso pode ser parte do aprendizado rumo ao sucesso!

Em geral executamos nossas estratégias com perfeição. O problema é que algumas vezes estas estratégias são mal projetadas e pouco efetivas.

Modifique as estratégias

No entanto, isto não significa que as estratégias não possam ser modificadas para se obter melhores resultados.

  • Uma das formas de transformar o seu fracasso em oportunidades é detectar o seguinte: Quais os aspectos da estratégia que contribuíram para este resultado?
  • Se você quiser ter um resultado melhor, pergunte-se: Quais são as alternativas que ampliam as suas possibilidades de alcançar o que deseja?
  • O que você precisa mudar em relação à forma como enxerga o fracasso para aprender e ampliar as suas chances de chegar onde quer?

Caroline Calaça
Advisor de Negócios

 

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