Muito frequentemente, os coaches “terminam a sua primeira formação” e esperam que o negócio próspero ou os clientes apareçam como um passe de mágica ou começam a fazer uma formação atrás da outra, sem jamais entrar em ação.
Por exemplo, se você aluga um espaço num local estratégico e informar aos seus colegas que você está lá, é provável que você obtenha referências – eventualmente.
Isso é bom se você está disposto a esperar meses ou anos para criar um negócio próspero.
Mas existem alguns passos que podem garantir a conquista da prosperidade para o seu negócio e que dependem somente de você:
1. Clareza.
Investir seu tempo para criar uma mensagem clara, convincente e memorável.
Envolve ser muito claro sobre os benefícios de seu serviço e encontrar uma maneira de “falar a língua” de seus clientes potenciais. Muitas vezes, os profissionais recorrem a frases como:
“Eu ajudo meus clientes a alcançar seus objetivos.”
Existe alguma coisa particularmente convincente ou memorável sobre esta declaração? Na verdade, não. Em vez disso, como sobre estes:
“Eu ajudo meus clientes alcançar seus objetivos de trabalhar 51% menos e fazer 52% mais.”
Uma declaração como esta fornece mais clareza e dá ao cliente mais informações sobre os benefícios que você pode oferecer. No mínimo, você fornece ao potencial cliente uma maneira memorável de se lembrar de você!
2. Cuidado com o cliente.
Este ponto pode ser eventualmente omitido, mas apenas deve ser mencionado se você tem certeza de que se preocupa e cuidados com seus clientes.
Marketing é mais eficaz (e mais fácil) quando você tem uma paixão pelo seu serviço e sabe que é absolutamente eficaz.
Você realmente quer que as pessoas experimentem seu serviço porque você se importa, por exemplo, que trabalhem menos e ganhem mais, que economizem recursos ou que promovam impacto significativo na estratégia.
Se você não consegue pensar em nada que diferencie este cuidado no seu serviço, recomenda-se concentrar esforços para fazê-lo. Encontrar este aspecto é como encontrar um tesouro!
3. Congruência.
Outro aspecto a considerar no marketing é a congruência. Congruência é a correspondência entre o que você diz e o que você faz.
Esta “correspondência” entre o interior e exterior ajuda os potenciais clientes a compreendê-lo e lembrar de você.
Seus clientes ideais serão atraídos para você se você é congruente entre o que você diz e o que você faz. Construa sua credibilidade cultivando este “jogo” dentro de si mesmo.
4. Competência.
O melhor marketing do mundo não pode salvar um profissional que não é competente e qualificado em sua atividade fim.
Para continuar a ser extremamente qualificado, é fundamental se manter atualizado e investir em uma formação consistente na sua área.
O profissional altamente qualificado tem mais facilidade de atrair e reter clientes de alta qualidade.
5. Carisma.
Carisma é a habilidade de liderar e desenvolver um seguimento devotado. Você pode aumentar seu carisma e deve fazer todos os esforços para fazê-lo.
Esteja ciente de sua linguagem não verbal.
Você parece interessado?
Você está ouvindo?
Você faz boas perguntas?
Você cria oportunidades para fazer perguntas ou obter mais informações?
6. Consistência.
A estratégia de marketing mais eficaz é a consistência.
Dia após dia, você deve se comprometer com a consolidação da sua imagem, fortalecimento da sua autoridade e regularidade da comercialização de seus serviços profissionais.
O segredo de um resultado crescente ao longo do tempo é a disciplina para levar a cabo as atividades que garantem as vendas.
Caroline Calaça e Cássia Morato, Executive& Business Coaches
Todo líder tem como principal tarefa criar espaço para o desenvolvimento humano. Muitos profissionais ocupando cargos de liderança sabem que faz parte das responsabilidades deles, mas poucos sabem como fazer isso na prática. Algumas estratégias podem contribuir para os bons resultados em propiciar um espaço que favoreça o crescimento das pessoas:
1. Fazer que as pessoas se sintam valorizadas:
Dar reconhecimento às pessoas pelo seu trabalho e realizações. Isso requer que você se inteire do trabalho delas, para entender e saber o que elas estão fazendo e o que elas realizaram.
Frases vazias como “obrigado por todos os esforços neste ano” têm pouco impacto, elas são corteses, mas nada mais. O reconhecimento funciona quando é pessoal, isto é, dirigido para indivíduos específicos ou equipe quanto a realizações específicas.
A simples ação de passar tempo ouvindo seu pessoal pode ser imensamente eficaz no sentido de motivar as pessoas. No curto prazo, permite que as pessoas manifestem frustrações e enfrentem problemas subjacentes e a longo prazo, conquista a confiança delas e o seu compromisso.
2. Expor as pessoas a experiências de desenvolvimento:
Criar oportunidades para as pessoas experimentar as próprias habilidades. Essa não é uma tarefa a ser delegada ao departamento de recursos humanos ou a outros indivíduos, por mais que isso seja conveniente.
Os líderes devem tomar a dianteira ajudando os outros a desenvolver suas habilidades. É dessa maneira que os líderes garantem o futuro da empresa e aumentam sua capacidade de prosperar.
3. Dar espaço às pessoas para terem sucesso e crescer:
Os melhores líderes selecionam um grupo de pessoas talentosas, estabelecem uma meta parâmetros amplos e então saem do caminho.
Se você microgerencia, conseguirá resultados em curto prazo à custa da motivação de longo prazo, do senso de responsabilidade e do compromisso de inovar e aprender.
A microgerência apenas faz sentido em tempos de crise ou reviravolta na empresa. Se seu pessoal não estiver aprendendo novas habilidades e conhecimentos, então seu empreendimento como um todo ficará para trás rapidamente.
As pessoas em atividade, normalmente sabem que habilidades precisam aprender, entretanto podem não saber estruturar os recursos para conseguir tais habilidades. Cabe ao líder escutar estas necessidades e assegurar infraestrutura para apoiar o aprendizado da equipe.
4. Desenvolver vários sucessores potenciais:
É uma triste falha de muitos líderes que eles não desenvolvam seus sucessores. No final das contas, isso os deixa com um problema e, quanto mais ele é ignorado, mais grave se torna.
Muitas vezes, os líderes terminam enfrentando graves dificuldades externas e uma ausência de sucessores efetivos quando já deviam ter passado o bastão para líderes promissores.
Esta situação pode inclusive fazer com que ele perca uma eventual promoção por não ter um sucessor preparado para assumir o seu lugar. Vários fatores concorrem para o líder abrir mão de preparar um sucessor:
Acreditar que ninguém mais pode ocupar seu lugar
A tendência a lançar uma sombra longa – ser tão proeminente que não permite que os sucessores potenciais se desenvolvam
O medo de ser deposto por alguém mais jovem, melhor e um líder mais carismático
Um desejo sincero de manter a situação porque ainda tem êxito, deixando para cuidar dos sucessores quando chegar o momento certo para uma mudança na liderança
Quando o líder trabalha o seu autodesenvolvimento e o desenvolvimento das pessoas que integram a sua equipe, os resultados são conquistados através do engajamento e da cooperação entre seus liderados. Fugir desta responsabilidade pode atrasar sua caminhada e sua ascensão a níveis hierárquicos mais estratégicos.
Caroline Calaça e Cássia Morato – Executive & Business Coaches
Uma pesquisa sobre aprendizagem e desenvolvimento corporativo, publicada em 2015 aponta o que as empresas precisam rever para obter retorno dos recursos que investem em qualificação das pessoas e o coaching executivo está entre as iniciativas:
1. Recriar e redesenhar a experiência de aprendizagem.
Olhar para os sistemas de gerenciamento de aprendizagem e estratégia para criar um ambiente que atraia e encoraja as pessoas a aprender.
2. Avaliar suas ofertas atuais de aprendizagem:
Analisar onde está indo o dinheiro destinado a Treinamento e Desenvolvimento atual. Pesquisas mostram que a maioria das empresas subestima suas despesas e muitas têm programas e ferramentas descoordenados e duplicativos em toda a empresa. Um projeto para encontrar e racionalizar gastos de aprendizado frequentemente identifica áreas de reengenharia com pouco investimento adicional.
3. Centralizar os gastos e a estratégia ao distribuir cuidadosamente recursos de aprendizagem:
Equipes que tem foco em aprendizado constante possuem um líder forte e gastam dinheiro estrategicamente, com operações focadas em conteúdo, ferramentas e métodos que estejam alinhados com a estratégia do negócio.
4. Atribuir uma tecnologia de aprendizagem e equipe de pensamento de design:
As empresas precisam redefinir o aprendizado como uma experiência ágil e rotineira.
Isso muitas vezes requer a atribuição de uma equipe de desenvolvimento para construir uma nova “arquitetura de aprendizagem” que conduza ao alcance dos objetivos do negócio.
5. Recriar a medição:
Os modelos de medição velhos já não resolvem para avaliar efetividade e impacto no negócio. É necessário avaliar o ROI considerando o impacto na estratégia da empresa.
6. Modificar a atuação do Líder de Treinamento e Desenvolvimento, para buscar uma atuação estratégica:
Ele deve criar uma visão para o futuro, implementar um plano de negócios e operacional que dimensiona, centralize a estratégia e a arquitetura e envolva a liderança na construção de uma cultura de aprendizagem constante.
7. Dar foco em iniciativas que trabalham com a mudança de comportamento:
Abordagens que possibilitem a ampliação da autoconsciência e que levem a pessoa e agir de forma congruente com objetivos e valores corporativos, como o coaching favorecem o aprendizado com foco em resultado.
Caroline Calaça e Cássia Morato-Executive & Business Coach
Como a Neurociência pode melhorar sua Atuação como Coach
Os resultados da observação neurológicas e das experimentações neuropsicológicas revelam vários fatos que estão revolucionando a neurociência. O renomado neurocientista Antônio Damásio aponta alguns fatos que podem impactar na atuação do coach:
Alguns aspectos da conciência
1. Alguns aspectos dos processos da consciência podem ser relacionados com a operação de regiões específicas do cérebro, abrindo deste modo a porta para a descoberta da arquitetura neural que suporta a consciência.
Tal como acontece com as funções como a memória ou a linguagem é possível desvendar uma anatomia da consciência.
Ao dar coaching a alguém é necessário entender que existem áreas que sediam a consciência e que elas podem ser afetadas pela auto-observação, pode contribuir para que o indivíduo se dedique a se conhecer mais e perceber como ele interpreta e reage a cada nova experiência.
A consciência e a vigília
2. O segundo fato é que a consciência e a vigília assim como a consciência e a atenção elementar, podem ser separadas. Este fato baseia-se na evidência clara que certos doentes neurológicos podem estar acordados e atentos sem que tenham uma consciência normal.
Na prática, treinar a atenção focada como se faz no mindfullness, contribui para que o indivíduo melhore diversos aspectos de sua autoconsciência e autogestão.
A consciência e a emoção
3. O terceiro é que a consciência e a emoção não podem separar-se. Acontece geralmente que quando a consciência se encontra alterada, o mesmo se passa com a emoção. Com efeito, a ligação entre emoção e consciência e entre ambas e o corpo, constituem uma unidade!
Para o coach o impacto disso é que as emoções devem ser exploradas para promover e potencializara mudança de comportamento que o individuo esta buscando.
A consciência não é monolítica nos seres humanos
4. O quarto fato é que a consciência não é monolítica nos seres humanos: pode ser dividida em espécies simples e complexas e a evidencia neurológica torna esta divisão transparente.
A consciência nuclear é um fenômeno biológico simples: possui um único nível de organização; é estável ao longo da vida do organismo: não é exclusivamente humana; e não está dependente da memória convencional, da memória do trabalho, do raciocínio ou da linguagem.
Por outro lado, a consciência alargada é um fenômeno biológico complexo, possui vários níveis de organização que evoluí ao longo de toda a vida do organismo.
A consciência alargada depende da memória convencional e da memória de trabalho. Quando atinge o seu apogeu humano, é largamente reforçada pela linguagem.
Na prática, explorar esta capacidade da consciência alongada representa fomentar a evolução do aprendizado do seu coachee sobre si mesmo e sobre o mundo.
E você, o que disso já utiliza na sua pratica diária e quais são as oportunidades para aprimorar a aplicação destes conceitos na sua atuação?
Caroline Calaça e Cássia Morato – Executive & Business Coaches
A crise trouxe uma dura realidade para as empresas e seus líderes: a necessidade de readequar a estrutura para conter os custos e de demitir para garantir a sobrevivência do negócio em um ambiente adverso.
E o que se percebe neste cenário é uma hesitação recorrente de qual seria a conduta minimamente adequada para um líder adotar ao desligar alguém.
Os líderes, via de regra, se deparam com a desagradável tarefa de ter que escolher quem será desligado e esta incumbência sempre causa mal estar.
Um exercício que pode minimizar o desconforto desta tarefa seria responder a seguinte questão:
Quais os critérios poderiam nortear esta escolha?
Quais são as necessidades da empresa que não podem deixar de ser atendidas?
O que está na minha mão decidir?
O que eu não posso mudar?
Ao responder estas perguntas o líder pode estabelecer algumas referências que podem guiar as decisões sobre quem fica e quem sai.
Aspecto e Cenário comum
Outro aspecto que deve ser cuidado para que tudo corra bem é se preparar para, ao efetuar os desligamentos, garantir duas coisas que podem tornar o processo menos traumático: ser transparente ao comunicar as razões do desligamento e dar feedback sempre com o propósito de contribuir para que o profissional possa saber quais as oportunidades ele tem de agir diferente da próxima vez.
Outro cenário muito comum neste contexto de crise é a possibilidade de acontecerem fusões de departamentos para garantir enxugamento da estrutura e a iminência desta movimentação gera incerteza e muitas perguntas que nem sempre encontram espaço para serem discutidas.
Qual o papel do líder?
É ser transparente e tranquilizar as pessoas, deixando claro para elas o que podem esperar dele, como responsável pela readequação da estrutura, inclusive comunicar quais as respostas que nem ele tem.
Esta postura contribui para minimizar o desgaste inerente a situação que a crise impõe às organizações e às pessoas que integram os seu corpo de funcionários.
A função de gestão
Não é incomum encontrar profissionais que diante da necessidade de realizar um desligamento, se veem tão acuados que pedem socorro aos colegas de recursos humanos ou até mesmo ao seu líder imediato para dar a má notícia.
De qualquer forma, a função de gestão exige que o profissional exerça diversos papéis e sem dúvida, realizar desligamento é uma função que o líder não pode nem deve terceirizar.
Ao comunicar o desligamento é importante explicar sobre o que compõem o pacote de demissão, como outplacement, tempo de continuação da cobertura de assistência médica, etc e quais são os próximos passos para concretizar o processo.
Preparar para a demissão
É fundamental se preparar para demitir, pois esta é uma incumbência, que embora seja desagradável, faz parte das responsabilidades de qualquer profissional de mercado que exerce cargo de gestão.
Exercitar bem este papel pode representar a chance de contribuir muito para o crescimento daquele que é desligado, na medida em que o profissional identifica oportunidades de melhoria para sua atuação.
Enquanto empregos, salários, benefícios estão sendo cortados, o interesse pela carreira de coaching está crescendo. Na verdade, o coaching é listado como um das top 10 atividades profissionais de rápido crescimento nos Estados Unidos e no Brasil este crescimento também é significativo.
No futuro próximo, espera-se que ter um coach será tão comum como ter um planejador financeiro ou um personal trainer.
O que é Coaching?
De um modo geral, as pessoas querem mais da vida do que estão recebendo. Mais tempo, mais dinheiro, maior felicidade… Muitas pessoas estão lutando para criar a vida que eles realmente querem.
As empresas também desejam mais resultado, com menor esforço. O coaching surgiu em resposta a esse desejo de ter uma vida melhor e de obter resultados superiores.
As pessoas descobriram que quando eles contrataram um coach, eles foram capazes de criar a vida que queriam com menor esforço.
As empresas demandam cada vez mais o serviço, por causa de seus resultados que geram impacto no negócio.
Razões para contratar um coach
Algumas pessoas /empresas contratam um coach porque querem:
Ganhar mais dinheiro e gastar menos tempo trabalhando
Reduzir a quantidade de estresse
Equilibrar as exigências do trabalho e da família
Redescobrir a paixão em seu trabalho
Trabalho mais ágil, não mais difícil
Iniciar ou fazer crescer um negócio
Ganhar eficiência e produtividade
Transição para uma nova carreira
Desenvolver e aplicar estratégias que tenham impacto no negócio
O coach é um parceiro objetivo que está totalmente comprometido com o sucesso do cliente.
O que o coach faz:
Expande drasticamente a perspectiva do cliente para que o cliente veja novas oportunidades e soluções inovadoras;
Ajuda o cliente a identificar obstáculos e mover-se facilmente e rapidamente em torno dos obstáculos;
Auxilia o cliente a tomar melhores decisões com menos esforço;
Mantém o cliente focado para garantir o sucesso do cliente a curto e longo prazo
Ajuda o cliente a alinhar seus objetivos com os objetivos da empresa em que ele trabalha no caso do coaching executivo
Como eles se reúne?
A maioria dos coaches se reúne com seus clientes quatro vezes por mês para sessões presenciais de coaching que duram entre 1h e 1h e meia.
As sessões de coaching também podem ser realizadas por skype ou similarees, o que torna mais fácil e conveniente para o cliente e permite que o coach construa uma prática sem fronteiras geográficas.
Um bom coach é um parceiro que para mobilizar o cliente para crescer, ser mais forte, ser melhor, ser um vencedor no jogo da vida e no trabalho.
O coaching é uma atividade profissional emergente destinada a ajudar alguém a se concentrar e avançar em objetivos pessoais, profissionais ou organizacionais, através da exploração de idéias e diálogo sincero com um parceiro qualificado para este fim num relacionamento confidencial e imparcial.
Coaches são certificados em uma variedade de modelos de coaching, mas há elementos comuns nesses modelos.
Identificar um tópico ou uma questão: o coach irá ajudar a definir o que o cliente pretende realizar
Explorar idéias: o coach irá sondar, desafiar, ouvir e questionar até o cliente desenvolver uma visão clara e convincente e objetivo pelo qual se mover
Remover barreiras: o coach identificará barreiras e descobrirá pontos de alavancagem
Tomar medidas: o coach irá ajudar o coachee a desenvolver um plano de ação claro para avançar seus objetivos
Refinar e refletir: o coach irá apoiar e motivar o cliente através do processo para a realização de seus objetivos
As raízes do Coaching
O coaching tem raízes no atletismo, onde treinadores ajudam atletas de elite refinar o seu desempenho.
Com os excelentes resultados no ambiente esportivo o processo de coaching mudou-se para a sala de diretoria executiva onde os líderes existentes e emergentes alcançaram resultados impressionantes trabalhando com um coach para aprimorar suas habilidades de desenvolvimento, desempenho e liderança.
Executive Coaching e Business Coaching
Ao longo do tempo, o coaching evoluiu em duas categorias distintas: Executive Coaching e Business Coaching com foco em objetivos organizacionais e de estratégia de negócios e “Personal” Coaching, com foco no desenvolvimento pessoal e metas.
Coaching para Aprendizagem:
As pesquisas demonstram que um treinamento aumenta a eficácia em ação em 28% e a treinamento seguido de coaching aumenta a eficácia em 88%.
O processo de coaching ajuda o cliente a aplicar suas novas habilidades e a ancorar sua aprendizagem em situações da vida real como eles surgem no dia-a-dia.
O processo da prestação de serviços de Coaching se consolida em uma série de reuniões confidenciais um-a-um focadas em alcançar diversos objetivos do cliente.
Trabalhar com foco em algo em que o cliente está paralisado
Identificar e ganhar clareza nos objetivos do cliente
Os clientes que trabalharam com um coach e atingiram seus objetivos, continuam a usar coaching sempre que querem trabalhar em nova meta.
Empresas e clientes indivduais tendem a recorrer ao processo uma segunda vez por causa dos resultados impactantes que o processo proporciona aos contratantes.