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Como Funciona o Coaching Executivo

O processo de coaching executivo tem uma estrutura mínima para garantir resultados. Neste contexto, o processo envolve explorar deliberadamente questões individuais relacionadas com o resultado desejado. Através destas questões com absoluta imparcialidade isenta de qualquer conselho, o coach facilita ao cliente desafiar seu próprio padrão de pensamento e limitações percebidas.

As técnicas, surpreendentemente, são muito eficazes e parte do papel de um bom coach executivo é ajudar ao cliente entender como eles podem aplicá-los de forma independente em ambos os contextos, pessoal e de trabalho.

Para fazer isso com segurança, alguns passos precisam ser respeitados no processo de coaching executivo:

Passo 1: O Contrato – Definir o que o cliente quer

Durante cada sessão, o executivo irá identificar uma área em que gostaria de se concentrar. Isso normalmente é pré-definido como parte do levantamento de necessidades e expectativas da empresa contratante.

Uma vez estabelecido um objetivo concreto para a sessão, o coach faz perguntas abertas para apoiar o executivo a avançar na entrega de resultados esperados de acordo com o contrato.

É um processo estritamente centrado no executivo e o foco é dirigido aos conhecimentos que ele tem do negócio e nas possíveis soluções que ele visualiza para os desafios que ele enfrenta, buscando extrair dele o máximo de valor em cada sessão.

Resultado: Uma meta clara e mensurável, bem como definição de quais são os critérios para saber que se o alvo definido foi atingido.

Passo 2: Foco na Solução – Determinar a melhor maneira de atingir o objetivo.

O papel do coach é prestar muita atenção ao que o cliente está dizendo bem como aquilo que ele não diz (ou seja, omite). Enquanto o executivo mantém o controle do foco do processo, o objetivo do coach é alinhar o processo com o objetivo, mantendo a postura de não julgamento.

Com base nas respostas obtidas e uma escuta treinada, um coach efetivo faz perguntas relevantes para desafiá-lo a descobrir e explorar possibilidades adicionais.

Além disso, o coach emprega um número de ferramentas que possibilitem acesso a aspectos subconscientes ou pouco conscientes do indivíduo, bem como o seu conhecimento intuitivo que normalmente é difícil de ser processado e articulado.

Resultado: Definição de ações práticas e realistas para alcançar o objetivo. Estes passos precisam necessariamente responder a qestões dentro e fora de seu controle. Para problemas complexos, o resultado pode ser por exemplo definir o próximo passo viável e tangível.

Passo 3: Compromisso – Construir e sustentar a motivação

Muitas vezes, conhecer o objetivo, concordar com a sua importância e saber o que precisa fazer para alcançar, não é suficiente para mobilizar o cliente. Circunstâncias relacionadas com o trabalho, com aspectos pessoais ou mesmo relacionadas com o mercado, desempenham uma enorme influência sobre a capacidade do indivíduo de sustentar sua motivação.

Uma parte importante do processo de coaching consiste em apoiar o cliente para manter a perspectiva global e ficar constantemente conectado com a importância daquilo que ele está tentando alcançar alguns desafios como autoconfiança, autoestima, determinação e priorização eficaz com frequência devem ser enfrentados para avançar.

Resultado: Uma conexão claramente estabelecida entre objetivos e sua importância para o cliente Além disso, pode facilitar definir ações práticas para ajudar a construir e manter a motivação.

Passo 4: Acompanhar e Medir o seu progresso

Estabelecer marcos significativos pode ser uma iniciativa para mapear o progresso, pois isso ajuda a sustentar a motivação e a corrigir os rumos quando necessário.

Definir como o indivíduo vai saber se obteve sucesso é um dos fatores-chave na condução de seu nível de satisfação e felicidade no trabalho e na vida.

Resultado: Marcos de sucesso claramente definidos e rotina de avaliação de identificação e superação de obstáculos.

Passo 5: Reconhecimento – Comemorando o sucesso

Finalmente, se o cliente está sinceramente disposto a desafiar a si mesmo para alcançar o seu pleno potencial, haverá momentos em que ele poderá falhar temporariamente em fazer aquilo que definiu.

Um coach efetivo possibilita que o cliente aprecie plenamente a sua própria viagem e progresso, ajudando-o a capitalizar os aprendizados e recupera a energia para voltar à agir em direção ao seu objetivo.

Resultado: aprendizados identificados e avanços reconhecidos

Caroline Calaça e Cássia Morato – Executive & Business Coaches

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Como ganhar Mercado a partir dos Ativos que você já tem?

Tenho frequentemente me deparado com profissionais que querem empreender e escolhem atuar de forma que não exploram os ativos que construíram na carreira. Acredito que esta escolha se deve a um desconhecimento das oportunidades que estão deixando de aproveitar ao se posicionarem no mercado.

Posicionamento de Mercado

Ao agir assim, deixam de usar ao seu favor um conceito muito propagado mas pouco explorado na prática, que é o de posicionamento de mercado. Conhecer este conceito e usá-lo a seu favor pode representar a possibilidade de crescer e prosperar, mesmo na crise.

Nicho de Mercado

Ser capaz de identificar um nicho de mercado se refere a encontrar uma porção específica de um mercado, geralmente uma parte pequena, que possui necessidades e hábitos específicos, com demandas singulares.

A maioria dos nichos de mercado está tomada. Mas existem subnichos inexplorados que podem representar janelas de oportunidade para você ganhar mercado sem enfrentar uma concorrência frontal.

Concorrência

Muitos nichos do seu mercado podem estar saturados com profissionais correndo atrás dos mesmos clientes.

Esta concorrência diminui a demanda, por ter vários profissionais ofertando a mesma coisa e reduz a lucratividade, pois a disputa por clientes começa a ser feita por preço: as consequências se refletem na redução do valor do serviço ou produto .

Lacuna de Mercado

Uma ação que pode ampliar sua vantagem competitiva e reduzir seu esforço de captação de clientes é identificar uma lacuna de mercado, pois esta identificação pode oferecer uma perspectiva atraente de lucratividade e crescimento .

Mas será que achar uma lacuna garante gerar negócios suficientes para prosperar?

Uma forma segura de fazer isso seria se concentrar em responder estas perguntas para aproveitar os ativos que você já tem:

  • Quem são os compradores que se interessariam por seus serviços?
  • Quais as necessidades você poderia atender, porque tem experiência reconhecida?
  • O que você faz bem?
  • Quais os conhecimentos que você tem que podem contribuir para esta fatia/lacuna de mercado?
  • Quais as transformações o seu serviço pode proporcionar para os clientes com estas necessidades?
  • Como você poderia se tornar conhecido por estes clientes?
  • Quais as estratégias você poderia adotar para isso?

Ao dedicar tempo para responder estas questões você pode definir uma atuação que permita que você possa aplicar sua expertise e se posicionar de forma a explorar lacunas e ganhar vantagem competitiva.

Se você ainda não fez isso que tal avaliar o que seria diferente na sua carreira ao encontrar estas respostas?

Cássia Morato

Executive & Business Coach

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Como firmar um contrato que facilite o Processo de Coaching

Antes de qualquer contrato é preciso que a proposta apresentada pelo coach tenha sido aprovada, isso é obvio. Mas o que ocorre na prática é que alguns coaches se arriscam a trabalhar apenas por acordos verbais e não escritos. O contrato é a garantia de ambas as partes de que o plano de trabalho traçado será cumprido.

O contrato entre coach e coache e com a empresa se for coaching executivo.

Recomenda – se que antes da assinatura do contrato o coach tenha uma reunião com o coachee sobre o processo de trabalho de coaching e avalie se o coachee está de acordo com o processo e disposto a tirar proveito disso para seu próprio desenvolvimento e não apenas para agradar e satisfazer a organização.

Vender esta idéia para o coachee é essencial para o sucesso do trabalho.

O ideal é que se faça isso antes de firmar o contrato de trabalho para evitar que após o compromisso assumido o coach se depare com um situação em que coachee não perceba benefícios no coaching, não deseje cooperar e ainda, boicote o trabalho a ser realizado.

Nestes casos é preferível não atender este cliente. Isso trará credibilidade ao seu trabalho e certamente a organização contará com você em uma futura ocasião.

Uma oportunidade para o Coachee

Esta reunião é uma oportunidade para deixar claro ao coachee que o processo de coaching visa beneficia-lo acima de tudo e que não se trata apenas de uma intervenção da organização.

Deixe claro para ele qual é a expectativa da organização de resultados a partir deste trabalho e escute quais seriam as possíveis demandas do próprio cliente, como ele pessoalmente gostaria de se beneficiar do projeto.

Tire todas as possíveis dúvidas, deixe claro como tudo irá funcionar, logística, sigilo, o que será reportado para a organização, se haverá algum tipo de assessment, se farão avaliação 360 graus. Prossigam com a assinatura do contrato do cliente ou termo de acordo.

Um bom contrato deve ter claramente explícito o compromisso das partes:

  • O escopo do trabalho,
  • A metodologia que será utilizada,
  • O número de sessões definidas,
  • Local onde o atendimento acontecerá,
  • As responsabilidades das partes,
  • Os valores acordados e a
  • Forma de pagamento.

Quando se trata de cliente corporativo, pessoa jurídica:

É necessário que o contrato também descreva quais as informações serão entregues à contratante e quais os recursos ela deverá disponibilizar, por exemplo sala de reuniões para atendimento dentro da empresa, flip chart, entre outros.

Nestas situações um contrato também deverá ser firmado com o coachee na sua primeira sessão. Este não com caráter jurídico, mas como um termo de acordo, que costumamos chamar contrato por deixar muito claro os papéis e responsabilidades de cada parte.

Contrato Comportamental

Isso não ajuda necessariamente na vontade do coachee em participar e cooperar mas fica muito claro para ele as implicações em não levar a sério o projeto.

A idéia é manter a disciplina de horários, evitar faltas e comportamentos que possam atrapalhar os resultados e esse “contrato comportamental” assinado por coach e coachee não se aplica apenas ao coaching executivo, mas também ao coaching de vida.

Inclusive, neste tipo de relação em que o contratante é o próprio cliente, a informalidade pode ser um risco.

É mais comum ainda que não se faça contratos e que os acordos sejam apenas verbais.

Assista esse breve vídeo que fala um pouco mais desse assunto:

https://www.youtube.com/watch?v=UeK_z9oC2jU&nohtml5=False

 

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Como fazer seu Tempo correr ao seu Favor?

Como fazer seu tempo? Tem sido frequente encontrar executivos que se consideram pessoas multitarefas, aparentemente capazes de manter um monte de bolas no ar ao mesmo tempo. Agora, se manter as bolas no ar fosse o objetivo, isso seria ótimo. Entretanto, essas bolas representam ações que precisam ser concluídas no caminho para se atingir a verdadeira meta.

Manter ações no ar ou fazer malabarismos com múltiplas ações ao mesmo tempo não é o mesmo que concluir essas ações.

É claro, cada meta requer uma série de tarefas ou ações para ser concluída. O desafio é como manter seus olhos no prémio (atingir as metas que são mais importantes) enquanto lida com as dezenas, se não centenas, de ações que estão em seu prato.

1. Concentre-se no objetivo ou valor: esclareça o que você está tentando realizar e por quê.

Esclarecer quais áreas da vida são mais importantes para você (saúde, riqueza, crescimento pessoal, crescimento espiritual, relacionamentos, família, carreira, trabalho, etc).

O que é que você quer e o que você espera obter como resultado? Aqui está uma importante distinção: olhe simplesmente para o que você está focado e por que é importante para você, e poderá descobri que algumas metas ou tarefas desaparecem rapidamente porque não são tão importantes.

Faça a si mesmo um favor e gaste um pouco de tempo neste passo; esclareça não o que você quer, mas também por que você quer isso. Uma vez sabendo o porquê, mas também por que você quer isso.

Uma vez sabendo o porquê, você poderá abandonar algumas dessas “metas” ou descobrir partes importantes do processo nas quais precisas atenção enquanto chega lá.

2. Concentre-se em suas metas: como elas serão quando você chegar lá?

Identifique as áreas da vida que são mais importantes para você e defina uma ou duas metas claras para cada área que você nomear.

Não subestime esses dois primeiros passos de concentração. Há um velho ditado no interior que se aplica aqui: Se você não sabe para onde está indo, qualquer estrada servirá.

3. Concentre-se nas próximas ações:

Faça uma lista de ações que você pode executar que irão lhe levar em direção a suas metas.

Não fique obsessivo em relação a ter de imaginar todos os passos para cada meta e uma terceira lista de passos referentes a ações, a partir da qual possa escolher a qualquer momento.

4. Crie listas separadas para cada área-chave.

Agora que sabe o que é importante para você, mantenha uma lista de suas metas importantes, uma outra lista de projetos que terá de completar para atingir cada meta e uma terceira lista de passos referentes a ações, a partir da qual possa escolher a qualquer momento.

5. Concentre-se em pequenas coisas: se a tarefa é difícil, faça um pequeno progresso a cada dia.

Ao longo do dia, escolha passos referentes a ações que você pode executar agora com os recursos que tem disponíveis no momento, e depois passe para o próximo.

Você pode desmembrar a lista de tarefas em listas de ações parecidas.

6. Ter uma lista “de coisas que não exigem trabalho intelectual”.

Esta lista deve conter diversas tarefas que não requerem muita atividade mental e não são críticas no tempo requerido para serem cumpridas.

Ao concluir alguns itens simples, você ganha fôlego e pode então se concentrar em tarefas mais importantes.

7. Revise e atualiza suas listas regularmente.

Uma vez por sema, revise sua lista de metas para se certificar de que está fazendo progresso.

Caroline Calaça
Advisor de Negócios

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Como fazer Coaching com um Líder Ditador

Coaching com um Líder Ditador?

Não é incomum ouvir relatos sobre líderes autocráticos que seguem a máxima:

“O meu caminho ou o caminho da rua”.

Daniel Goleman e Daniel Siegel discutem o que faz um ditador e recomendam como o coach deve lidar com o líder ditador.

Um coach deve procurar ver abaixo da superfície de por que essa pessoa age deste jeito. Todos nós começamos com necessidades que se referem a experiências dos três S:

1. Primeiro:

Precisamos ser vistos – nossos sentimentos, pensamentos, esperanças, sonhos, anseios, nossa perspectiva ser levada em conta e ser respeitado, neste caso por aquele que cuida.

2. O segundo:

Ser acalmado. Quando bebê, quando estamos angustiados precisamos de conexão com um cuidador que nos vê, faz sentido do que eles vêem e responde de uma maneira oportuna e eficaz …. Em todas as culturas, quando você tem essa resposta, você é acalmado.

3. O terceiro

Se sentir seguro, protegido de danos, incluindo danos do cuidador

A recomendação é que você o ajude a dar sentido ao que aconteceu com ele, para se libertar da forma que ele encontrou para se adaptar quando não foi visto, acalmado, provido de segurança.

Quando um destes aspectos não é atendido, são gerados estados mentais não seguros que podem tornar o líder propenso a agir como um ditador em uma organização .

O Líder quer mudar?

A primeira pergunta a fazer é:

  • Você se importa?
  • Você quer mudar?
Uma maneira não-conflituosa de abordagem é:
  • Onde você gostaria de estar em cinco anos?
  • Quais são seus sonhos?
  • O que iria ajudá-lo a chegar lá?

Muitas vezes isso chega ao comportamento que você está tentando desenvolver.

Se ele quer mudar, outra coisa que ajuda é ver como os outros o vêem. Aqui um instrumento de 360 graus poderia ser muito útil.

Os líderes podem usar esse instrumento e pedir feedback de pessoas que conhecem, que os conhecem bem, que eles respeitam. Podem ser seus pares, chefe, relatórios diretos.

Todos respondem anonimamente e você, como coach, dá o feedback ao líder. Se ele tem um problema flagrante, ele vai aparecer. Você pode se concentrar nisso. Uma vez que ele vê “Sim, eu preciso me desenvolver aqui”, você pode seguir em frente.

Você também pode ajudá-lo a encontrar um modelo de carreira positivo, talvez alguém em sua própria carreira que ele admirava como líder, um modelo muito positivo e não como eles estão agindo atualmente. Em seguida, ajudá-lo a praticar os comportamentos que irão torná-lo esse tipo de pessoa.

Por exemplo, ele pode nunca ter conversado com alguém para descobrir o que essa pessoa quer da vida, sua carreira, seu trabalho.

Esse tipo de conversa gera conexão, dá-lhe empatia e pode despertar preocupação empática. Coloque-os em situações onde possam praticar isso, onde vejam o valor de uma forma diferente de liderança.

Caroline Calaça- Executive & Business Coach

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Como escolher um Coaching Executivo

Em um artigo publicado na Forbes www.forbes.com , Erika Andersen, uma experiente coach executiva, aponta o crescimento da credibilidade do coaching executivo porque Stanford está fazendo estudos sobre coaching executivo e os CEOs requisitam estes serviços cada vez mais.

Ela aponta a evolução do coaching executivo nos EUA ao longo dos últimos 25 anos, através da reação do mundo corporativo diante do processo:

  • Final dos anos 1980: “Um coach? O que é um coach? “
  • 1990 início: “Um coach? Quer dizer, como … encolher um coach executivo? “
  • Final dos anos 90: “Um coach? Estou em apuros! “
  • Início dos anos 2000: “Um coach? Graças a Deus,eu acho. “
  • Final dos anos 2000: “Um coach? Ótimo!”
  • Atualmente: “Um coach? Quanto tempo eu posso trabalhar com ele quando vou começar a escolher o que eu quero? ”

A boa e a má notícia:

Em outras palavras, a boa notícia é que a maioria dos executivos já vê o coaching como um investimento a sua organização faz no seu sucesso, e estão até começando a se tornarem consumidores conscientes.

A má notícia é que, como com qualquer coisa que fica popular, há agora muitas pessoas que, aproveitando a onda do coaching e se oferecendo como coaches executivos.

Qualquer um pode reivindicar ser um coach. Andersen relata que uma pessoa de RH tinha recomendado um “coach” para um de seus executivos, alguém que disse que tinha grande experiência em “desenvolvimento de executivos” por mais de uma década.

Na verdade, este cara tinha sido um generalista de RH – um bom – e certamente tinha aconselhado empregados informalmente em muitas ocasiões, mas isso não o tornava um coach executivo qualificado.

Então, como saber escolher um coach executivo? Ela aponta cinco qualidades para avaliar e garantir que o coaching seja um grande investimento e evitar desperdício de tempo e dinheiro:

1. Ter clareza sobre o processo:

Coaches realmente qualificados serão capazes de conduzir o processo, trabalhando para definir situação atual, desejada, habilidades a serem desenvolvidas para percorrer este caminho.

2. Ir além do seu ponto de vista:

Um bom coach ajuda a confrontar como o coachee se vê e é visto, buscando oportunidades para avançar em direção ao objetivo. Todos têm pontos cegos, e é importante ter uma noção de como os outros vêem o coachee e interagem com ele.

3. Habilidades reais:

Grandes coaches vão saber identificar e desenvolver habilidades úteis ao objetivo organizacional, ampliando consciência e conhecimento, ajudando o coachee a integrar o que o aprendeu em sua vida do dia-a-dia. Eles serão capazes de descrever muito especificamente como eles têm trabalhado com outras pessoas para melhorar as suas capacidades de liderança, de gestão, operacionais ou de negócios.

4. Confidencialidade:

Bons coaches fazem acordos muito claros sobre confidencialidade seus coachees, e mantêm esses acordos.

5. Sucesso real:

Um coach eficaz possibilita que os coachees tenham melhores resultados no seu trabalho. Bons coaches ajudam os seus clientes a obter mais clareza sobre como eles podem contribuir para o sucesso da sua organização.

Se um coach não pode apontar coachees reais que melhoraram de maneira mensurável, como você poderia pensar em trabalhar com ele?

Um profissional de RH que observar estes princípios, minimiza os riscos na contratação e garante à sua empresa e ao seu candidato a coachee, as melhores chances de obter resultados de alto impacto.

Caroline Calaça-Executive & Business Coach

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Como criar um Negócio Próspero

Como criar um Negócio Próspero

Muito frequentemente, os coaches “terminam a sua primeira formação” e esperam que o negócio próspero ou os clientes apareçam como um passe de mágica ou começam a fazer uma formação atrás da outra, sem jamais entrar em ação.

Por exemplo, se você aluga um espaço num local estratégico e informar aos seus colegas que você está lá, é provável que você obtenha referências – eventualmente.

Isso é bom se você está disposto a esperar meses ou anos para criar um negócio próspero.

A Harvard Business Review traz algumas dicas para vender com lucratividade.

Mas existem alguns passos que podem garantir a conquista da prosperidade para o seu negócio e que dependem somente de você:

1. Clareza.

Investir seu tempo para criar uma mensagem clara, convincente e memorável.

Envolve ser muito claro sobre os benefícios de seu serviço e encontrar uma maneira de “falar a língua” de seus clientes potenciais. Muitas vezes, os profissionais recorrem a frases como:

“Eu ajudo meus clientes a alcançar seus objetivos.”

Existe alguma coisa particularmente convincente ou memorável sobre esta declaração? Na verdade, não. Em vez disso, como sobre estes:

“Eu ajudo meus clientes alcançar seus objetivos de trabalhar 51% menos e fazer 52% mais.”

Uma declaração como esta fornece mais clareza e dá ao cliente mais informações sobre os benefícios que você pode oferecer. No mínimo, você fornece ao potencial cliente uma maneira memorável de se lembrar de você!

2. Cuidado com o cliente.

Este ponto pode ser eventualmente omitido, mas apenas deve ser mencionado se você tem certeza de que se preocupa e cuidados com seus clientes.

Marketing é mais eficaz (e mais fácil) quando você tem uma paixão pelo seu serviço e sabe que é absolutamente eficaz.

Você realmente quer que as pessoas experimentem seu serviço porque você se importa, por exemplo, que trabalhem menos e ganhem mais, que economizem recursos ou que promovam impacto significativo na estratégia.

Se você não consegue pensar em nada que diferencie este cuidado no seu serviço, recomenda-se concentrar esforços para fazê-lo. Encontrar este aspecto é como encontrar um tesouro!

3. Congruência.

Outro aspecto a considerar no marketing é a congruência. Congruência é a correspondência entre o que você diz e o que você faz.

Esta “correspondência” entre o interior e exterior ajuda os potenciais clientes a compreendê-lo e lembrar de você.

Seus clientes ideais serão atraídos para você se você é congruente entre o que você diz e o que você faz. Construa sua credibilidade cultivando este “jogo” dentro de si mesmo.

4. Competência.

O melhor marketing do mundo não pode salvar um profissional que não é competente e qualificado em sua atividade fim.

Para continuar a ser extremamente qualificado, é fundamental se manter atualizado e investir em uma formação consistente na sua área.

O profissional altamente qualificado tem mais facilidade de atrair e reter clientes de alta qualidade.

5. Carisma.

Carisma é a habilidade de liderar e desenvolver um seguimento devotado. Você pode aumentar seu carisma e deve fazer todos os esforços para fazê-lo.

Esteja ciente de sua linguagem não verbal.

  • Você parece interessado?
  • Você está ouvindo?
  • Você faz boas perguntas?
  • Você cria oportunidades para fazer perguntas ou obter mais informações?

6. Consistência.

A estratégia de marketing mais eficaz é a consistência.

Dia após dia, você deve se comprometer com a consolidação da sua imagem, fortalecimento da sua autoridade e regularidade da comercialização de seus serviços profissionais.

O segredo de um resultado crescente ao longo do tempo é a disciplina para levar a cabo as atividades que garantem as vendas.

Caroline Calaça e Cássia Morato, Executive& Business Coaches

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Como as Empresas podem melhorar seu retorno em Treinamento

Uma pesquisa sobre aprendizagem e desenvolvimento corporativo, publicada em 2015 aponta o que as empresas precisam rever para obter retorno dos recursos que investem em qualificação das pessoas e o coaching executivo está entre as iniciativas:

1. Recriar e redesenhar a experiência de aprendizagem.

Olhar para os sistemas de gerenciamento de aprendizagem e estratégia para criar um ambiente que atraia e encoraja as pessoas a aprender.

2. Avaliar suas ofertas atuais de aprendizagem:

Analisar onde está indo o dinheiro destinado a Treinamento e Desenvolvimento atual. Pesquisas mostram que a maioria das empresas subestima suas despesas e muitas têm programas e ferramentas descoordenados e duplicativos em toda a empresa. Um projeto para encontrar e racionalizar gastos de aprendizado frequentemente identifica áreas de reengenharia com pouco investimento adicional.

3. Centralizar os gastos e a estratégia ao distribuir cuidadosamente recursos de aprendizagem:

Equipes que tem foco em aprendizado constante possuem um líder forte e gastam dinheiro estrategicamente, com operações focadas em conteúdo, ferramentas e métodos que estejam alinhados com a estratégia do negócio.

4. Atribuir uma tecnologia de aprendizagem e equipe de pensamento de design:

As empresas precisam redefinir o aprendizado como uma experiência ágil e rotineira.

Isso muitas vezes requer a atribuição de uma equipe de desenvolvimento para construir uma nova “arquitetura de aprendizagem” que conduza ao alcance dos objetivos do negócio.

5. Recriar a medição:

Os modelos de medição velhos já não resolvem para avaliar efetividade e impacto no negócio. É necessário avaliar o ROI considerando o impacto na estratégia da empresa.

6. Modificar a atuação do Líder de Treinamento e Desenvolvimento, para buscar uma atuação estratégica:

Ele deve criar uma visão para o futuro, implementar um plano de negócios e operacional que dimensiona, centralize a estratégia e a arquitetura e envolva a liderança na construção de uma cultura de aprendizagem constante.

7. Dar foco em iniciativas que trabalham com a mudança de comportamento:

Abordagens que possibilitem a ampliação da autoconsciência e que levem a pessoa e agir de forma congruente com objetivos e valores corporativos, como o coaching favorecem o aprendizado com foco em resultado.

Caroline Calaça e Cássia Morato-Executive & Business Coach

 

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Como a Neurociência pode melhorar sua Atuação como Coach

Como a Neurociência pode melhorar sua Atuação como Coach

Os resultados da observação neurológicas e das experimentações neuropsicológicas revelam vários fatos que estão revolucionando a neurociência. O renomado neurocientista Antônio Damásio aponta alguns fatos que podem impactar na atuação do coach:

Alguns aspectos da conciência

1. Alguns aspectos dos processos da consciência podem ser relacionados com a operação de regiões específicas do cérebro, abrindo deste modo a porta para a descoberta da arquitetura neural que suporta a consciência.

Tal como acontece com as funções como a memória ou a linguagem é possível desvendar uma anatomia da consciência.

  • Ao dar coaching a alguém é necessário entender que existem áreas que sediam a consciência e que elas podem ser afetadas pela auto-observação, pode contribuir para que o indivíduo se dedique a se conhecer mais e perceber como ele interpreta e reage a cada nova experiência.

A consciência e a vigília

2. O segundo fato é que a consciência e a vigília assim como a consciência e a atenção elementar, podem ser separadas. Este fato baseia-se na evidência clara que certos doentes neurológicos podem estar acordados e atentos sem que tenham uma consciência normal.

  • Na prática, treinar a atenção focada como se faz no mindfullness, contribui para que o indivíduo melhore diversos aspectos de sua autoconsciência e autogestão.

A consciência e a emoção

3. O terceiro é que a consciência e a emoção não podem separar-se. Acontece geralmente que quando a consciência se encontra alterada, o mesmo se passa com a emoção. Com efeito, a ligação entre emoção e consciência e entre ambas e o corpo, constituem uma unidade!

  • Para o coach o impacto disso é que as emoções devem ser exploradas para promover e potencializara mudança de comportamento que o individuo esta buscando.

A consciência não é monolítica nos seres humanos

4. O quarto fato é que a consciência não é monolítica nos seres humanos: pode ser dividida em espécies simples e complexas e a evidencia neurológica torna esta divisão transparente.

A consciência nuclear é um fenômeno biológico simples: possui um único nível de organização; é estável ao longo da vida do organismo: não é exclusivamente humana; e não está dependente da memória convencional, da memória do trabalho, do raciocínio ou da linguagem.

Por outro lado, a consciência alargada é um fenômeno biológico complexo, possui vários níveis de organização que evoluí ao longo de toda a vida do organismo.

A consciência alargada depende da memória convencional e da memória de trabalho. Quando atinge o seu apogeu humano, é largamente reforçada pela linguagem.

  • Na prática, explorar esta capacidade da consciência alongada representa fomentar a evolução do aprendizado do seu coachee sobre si mesmo e sobre o mundo.

E você, o que disso já utiliza na sua pratica diária e quais são as oportunidades para aprimorar a aplicação destes conceitos na sua atuação?

Caroline Calaça e Cássia Morato – Executive & Business Coaches

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Com a crise surge a necessidade de demitir. E agora?

 

A crise trouxe uma dura realidade para as empresas e seus líderes: a necessidade de readequar a estrutura para conter os custos e de demitir para garantir a sobrevivência do negócio em um ambiente adverso.

E o que se percebe neste cenário é uma hesitação recorrente de qual seria a conduta minimamente adequada para um líder adotar ao desligar alguém.

Os líderes, via de regra, se deparam com a desagradável tarefa de ter que escolher quem será desligado e esta incumbência sempre causa mal estar.

Um exercício que pode minimizar o desconforto desta tarefa seria responder a seguinte questão:

  • Quais os critérios poderiam nortear esta escolha?
  • Quais são as necessidades da empresa que não podem deixar de ser atendidas?
  • O que está na minha mão decidir?
  • O que eu não posso mudar?

Ao responder estas perguntas o líder pode estabelecer algumas referências que podem guiar as decisões sobre quem fica e quem sai.

Aspecto e Cenário comum

Outro aspecto que deve ser cuidado para que tudo corra bem é se preparar para, ao efetuar os desligamentos, garantir duas coisas que podem tornar o processo menos traumático: ser transparente ao comunicar as razões do desligamento e dar feedback sempre com o propósito de contribuir para que o profissional possa saber quais as oportunidades ele tem de agir diferente da próxima vez.

Outro cenário muito comum neste contexto de crise é a possibilidade de acontecerem fusões de departamentos para garantir enxugamento da estrutura e a iminência desta movimentação gera incerteza e muitas perguntas que nem sempre encontram espaço para serem discutidas.

Qual o papel do líder?

É ser transparente e tranquilizar as pessoas, deixando claro para elas o que podem esperar dele, como responsável pela readequação da estrutura, inclusive comunicar quais as respostas que nem ele tem.

Esta postura contribui para minimizar o desgaste inerente a situação que a crise impõe às organizações e às pessoas que integram os seu corpo de funcionários.

A função de gestão

Não é incomum encontrar profissionais que diante da necessidade de realizar um desligamento, se veem tão acuados que pedem socorro aos colegas de recursos humanos ou até mesmo ao seu líder imediato para dar a má notícia.

De qualquer forma, a função de gestão exige que o profissional exerça diversos papéis e sem dúvida, realizar desligamento é uma função que o líder não pode nem deve terceirizar.

Ao comunicar o desligamento é importante explicar sobre o que compõem o pacote de demissão, como outplacement, tempo de continuação da cobertura de assistência médica, etc e quais são os próximos passos para concretizar o processo.

Preparar para a demissão

É fundamental se preparar para demitir, pois esta é uma incumbência, que embora seja desagradável, faz parte das responsabilidades de qualquer profissional de mercado que exerce cargo de gestão.

Exercitar bem este papel pode representar a chance de contribuir muito para o crescimento daquele que é desligado, na medida em que o profissional identifica oportunidades de melhoria para sua atuação.

Caroline Calaça

Executive & Business Coach

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