Qual é a diferença entre perseverança e resiliência? Nenhuma! Digamos que resiliência é perseverança com aditivo para os nossos tempos caóticos. A transformação nasce das dificuldades, do sofrimento e dos desafios que enfrentamos na vida. E é fato que, nos tempos de hoje, sete entre de líderes não são tão bons.
Para esse fenômeno existe muitas explicações, por exemplo, a falta de humildade para aprender, o desânimo de não ser útil, a perda das convicções, a falta de visão para deixar um legado, a desistência de um propósito e de uma missão, a impaciência e o negativismo.
Tommy Nelson aponta as características de pessoas que vencem e duram:
1. São movidas por seus valores e propósitos
A pessoa perseverante que quer dar um passo além do sucesso tem um compromisso com os seus valores, seus propósitos e sabe o que querem da vida.
Suas âncoras principais são internas e, para ela, renovação não é reagir às mudanças, mas, sim, uma oportunidade de revisar as questões centrais da sua vida e perceber como elas se reavivam ciclicamente em contextos que estão em constante mutação – porque fatores importantes estão sempre em risco, e o tempo é administrado com essas questões centrais como ponto de referência.
2. Não se isolam
A pessoa bem-sucedida permanece em contato com o mundo ao seu redor, busca amigos, mentores e conselheiros para interagir e vivenciar a própria vida.
Sabe ouvir e sentir empatia por todas as pessoas, tem consciência e se comunica, cultiva de 10 a 15 pessoas-chave para acompanhá-las. Alimentando o contato com os seus filhos e parentes, têm a iniciativa de sustentar relacionamentos.
3. Têm disciplina para criar uma estrutura de reflexão
Pessoa que sempre vence, mas quer também durar, requer tempo de solidão e reflexão. Estruturar isso é fundamental na agenda e na vida.
Quando o guru de liderança, Warren Bennis, entrevistou líderes de todos os tipos, no início da década de 1990, descobriu que tinha uma maneira comum de não perderem contato com o que era importante para eles, construindo em suas vidas estruturadas de reflexão, tempo e espaço para auto-análise.
4. Mantêm um ritmo adequado
Nossa prática comum é submeter-nos a um esquema de alto rigor no trabalho e só reservar o fim de semana como pausa para respirar.
Esses espaços não são suficientes para sustentar o processo de auto-renovação, porque eles se dissipam rapidamente nas nossas rotinas dominantes. Renovação deve ser um elemento inserido em nosso ritmo rotineiro, ou seja, em nosso próprio estilo de vida e trabalho.
5. Mantêm sua proximidade com a natureza
Grande parte da vida moderna é gasta longe das forças naturais, prédios e ambientes que nos isolam da natureza que nos renova.
Se alguém quer vencer e durar, deve fazer parte do seu planejamento estar em contato com a natureza, de forma a renovar-se continuamente.
E você o que tem feito para vencer e durar? O que falta fazer para poder avançar?
Em tempos de crise, as pessoas tendem a ficar pessimistas e este pessimismo pode contaminar os seus empreendimentos, seja na vida, na carreira ou no negócio que conduzem. Com esta visão que gera desânimo, começam a surgir mitos que envolvem planejamento e ação.
Estes mitos acabam se tornado um poderoso empecilho para avançar. Tommy Nelson, um coach norte americano experiente, aponta alguns mitos. Veja qual deles está comprometendo seus resultados:
Mito 1 – Acreditar que tempo parado, planejando, é tempo perdido.
Realidade – Tem investido em afiar machados fazendo reflexão e planejamento estratégico não é tempo perdido, é tempo de passar para alto desempenho. Muitas pessoas são orientadas para a ação.
Quando realizam tarefas, se sentem produtivos. Quando param para refletir, sentem culpa por não estarmos rendendo. Sem dúvida, temos que realizar tarefas, mas é importante reconhecer nesse caminho que poucas decisões são tomadas sem reflexão e, consequentemente, nossa produtividade é comprometida.
Mito 2 – Planejamento estratégico parece coisa mais complicada ou de especialista.
Realidade – A linguagem, quando técnica, até pode atrapalhar. Planejamento, em si, não é complicado. Precisamos simplificar linguagens e atitudes para o conceito de planejamento não se torne cansativo.
A ideia de planejar é facilitar a vida, eliminar o que não funciona mais e criar espaço para o novo. É preciso admitir que não se quer trabalhar mais em determinado lugar ou ter relacionamentos que só sugam energia e que nada acrescentam.
Esses dilemas, quando acumulados, tendem a se estender quando não se define um plano. Planejar é não precisar se preocupar com o futuro. O conceito é sempre, mas requer um verdadeiro esforço para mudança de hábitos.
Mito 3 – Circunstâncias em constante mutação costumam ser uma justificativa na questão do planejamento: “Como é que vou planejar quando tudo está mudando tão rápido? ”.
Realidade – Mudar ou ajustar planos no meio do caminho não só é inevitável, mas desejável em muitas situações. O segredo é poder identificar quando as mudanças estão acontecendo.
Não há nada errado em mudar de rumo quando estamos conscientes dos fatos e se há bons motivos para mudanças.
O propósito de fazer planejamento nada mais é do que criar um Plano A, para servir como base, na qual podemos realizar ajustes apropriados durante o caminho, de acordo com novos cenários.
Mito 4 – Não se mexe em time que está ganhando!
Realidade – O melhor momento de se realizar um bom planejamento é aquele em que as coisas ainda estão bem, não depois. Apesar da euforia que sentimos às vezes, um fato é certo: não vai durar para sempre!
Tudo muda e, em geral, quando você menos quiser ou sentir-se preparado! Quando as coisas estão indo bem, a justificativa de protelar o processo de planejamento é ainda mais forte.
Como você se vê diante destes mitos? Qual deles já comprometeu seu desempenho no passado? E qual deles, que pode estar impedindo ou atrasando sua caminhada agora?
O que Você pode fazer para Melhorar seu Controle Emocional?
Muitos profissionais seniors, embora tenham uma carreira sólida, ainda patinam na autogestão das próprias emoções e reações. Um trio de especialistas em gestão do stress, Bruce, Shatté & Perlman indica passos bem simples para assumir o controle de suas emoções. Eles adotam uma técnica conhecida como Perceber, Mapear, Neutralizar.
Essa é uma ferramenta fundamental para que você seja capaz de entender o que de fato o está tirando do sério cognitiva e emocionalmente. Ela irá ajudá-lo a analisar o que está acontecendo em qualquer circunstância crítica de estresse e avaliar se sua reação é adequada ou se é apenas uma resposta habitual que está piorando ainda mais a situação.
Entender o sentimento
O truque é entender o que está sentindo e pensando para ver se aquilo está sendo benéfico para você ou se o está prejudicando naquele momento. Depois, você poderá reagir de maneira adequada, a partir de uma postura de calma, com a cabeça fria e os pensamentos em ordem. Esse método é muito poderoso e surpreendentemente fácil de ser colocado em prática.
Sempre que uma forte descarga de emoções negativas ameaçar tirá-lo do sério, siga estes três passos:
1. Perceber
O que você está sentindo exatamente? Costumamos identificar nossos sentimentos mais facilmente do que nossos pensamentos.
Portanto, embora os pensamentos determinem nossas emoções, temos que perceber como estamos nos sentindo para entender e controlar nossos pensamentos.
Precisamos ter uma clara consciência de maneira como nossas emoções mais frequentes se manifestam em nosso corpo, em nossa mente e em nosso comportamento para que possamos percebê-las no momento em que surgirem.
2. Mapear
Para descobrir o que está pensando, associe seu sentimento ao pensamento que o está causando. Por exemplo, “Estou ficando com raiva agora, então onde estou detectando que meus direitos estão sendo violados? ”. Tente ser o mais preciso possível nessa análise.
3. Neutralizar
É aqui que você coloca esse pensamento em questão. Pergunte a si mesmo: “Esse sentimento é justificado ou será que meu radar emocional está captando algo que não está realmente ali? ” Cada fluxo mental tem um pensamento específico capaz de neutralizá-lo. Assim, você conseguira decifrar o que de fato está acontecendo.
Nove entre cada dez vezes, você irá descobrir que seu pensamento não tem nenhum fundamento e ele irá desaparecer – levando com ele a emoção negativa.
Faça isso um número suficiente de vezes, e o hábito de colocar seus pensamentos em questão se tornará tão automático quanto era antes o aparecimento da raiva, da tristeza, da culpa ou de qualquer outra emoção.
Você desacelerou o mecanismo o suficiente para perceber o pensamento errôneo, neutralizar a emoção negativa decorrente dele e restaurar sua habilidade de pensar com clareza e resolver os problemas com eficiência.
Em tempos de crise, é fundamental dispor de estratégias para manter o relacionamento e as vendas. Também é necessário estar preparado para quando o cenário melhorar, pois assim você pode desfrutar dos bons ventos, quando as coisas mudarem para melhor.
John A. Quelch e. Katherine E. Jocz são especialistas em marketing de Harvard indicam passos para atravessar com segurança momentos de crise:
1. Otimize a carteira de produtos
Quando a demanda está em queda, o melhor é seguir eliminando o excesso de complexidade e investir em produtos simples e que têm saída. Porém eles ressaltam que enxugar a carteira de produtos não significa interromper o fluxo de inovação.
Avanços inovadores em produtos importantes vão atrair atenção e impulsionar as vendas, sobretudo de bens e serviços dispensáveis ou cuja aquisição pode ser adiada
2. Torne o produto mais acessível
Além de oferecer descontos temporários ou reduzir preços de tabela, a empresa pode tornar seus produtos mais acessíveis ao desmembrar pacotes ou acrescentar ainda mais serviços ao bolo — ou ainda, oferecer as duas alternativas pode facilitar o acesso àquilo que vende.
3. Reforce a confiança
Mensagens tranquilizadoras, que reforcem o vínculo emocional com a marca e demonstrem empatia tem poder de fortalecer o relacionamento com seus clientes.
Embora seja importante estabelecer vínculos emocionais, não deixe de reforçar a confiança ao lembrar ao cliente que prestigiar a marca é uma decisão que faz sentido e que será honrada.
4. Preparar para a retomada
A empresa que fechar o foco em necessidades do consumidor para sobreviver à atual crise estará mais preparada para os dias melhores que virão. O cenário de crise oferece duas oportunidades de aprender:
A primeira é que a disciplina em torno da estratégia e da pesquisa de marketing adquirida durante a recessão — e a capacidade de reagir com rapidez a mudanças na demanda — continuará a ser útil quando a economia se recuperar.
A segunda é que a empresa deve se preparar já para uma possível alteração de longo prazo em valores e atitudes do consumidor.
Cada vez mais, o consumidor vai exigir que a empresa aja preservando seus interesses e os da sociedade em mente e vai pesar a conduta da empresa na hora de optar por uma marca. Durante e após a crise seria tolice ignorar essas novas expectativas.
Caroline Calaça e Cássia Morato, Executive & Business Coaches
O que um Líder pode fazer para que seu Time esteja mais Alinhado com ele?
Líderes talentosos são capazes de antecipar o sucesso, e de identificar aquilo que os ajuda a obtê-lo. Muitos líderes de resultado querem os mesmos resultados para os seus membros da equipe e se perguntam com frequência:
“Como faço para levá-los a pensar desta maneira, também?”
A experiente coach executiva norte americana, Christina Curtis entrevistou 25 executivos seniores liderança de equipes em empresas da Fortune 500, buscando responder esta pergunta e encontrou como padrão de resposta as três estratégias mais comuns que eles adotam. Em grande medida, o que é bom para os líderes individuais também funciona bem para liderar times.
Reformular a narrativa do time
Nós tendemos a processar e lembrar de eventos como histórias. Estas narrativas afetam a forma como vemos o passado e como agimos no futuro. Quando um revés ocorre, os membros da equipe podem acabar criando uma história de culpa, ou evitação, que pode colocar uma afetar a motivação e o desempenho.
Depois de um revés, ajudar os membros da equipe identificar o que deu errado e ajudar-lhes a identificar o que aprenderam com isso. Essa ênfase na aprendizagem vai mudar seu foco para longe da falha e para o que é possível fazer da próxima vez.
Apontar os holofotes para o que está funcionando
parecido com a criação de uma narrativa negativa, o hábito de se fixar nos erros mina a confiança – e o inverso é verdadeiro também. Ao fornecer feedback mais positivo, você pode ajudar a equipe a vislumbrar o seu sucesso e elevar o seu desempenho.
Os líderes comumente não encontram tempo para refletir sobre os esforços de sua equipe e rarissimamente reconhecem os mesmos para seus liderados. O tempo não é o único desafio. A psicologia evolutiva tem-nos ensinado que os seres humanos são muito bem equipados para analisar os riscos. Os eventos negativos agem como um sinal de alerta precoce para o cérebro para avaliar rapidamente as ameaças.
Os líderes que frequentemente demonstram confiança na capacidade de suas equipes vai achar que os membros da equipe, em seguida, ganhar mais confiança em si mesmos. É importante agendar lembretes semanais para compartilhar o que está funcionando e como individual e contribuições da equipe estão conduzindo esses resultados.
Dê a seus membros da equipe mais controle
Além de dar o rumo para seus liderados, quando realiza o estabelecimento de metas, ajudá-los a descobrir como o trabalho deve ser feito, reforça o compromisso de alcançar. A pesquisa tem consistentemente ilustrado os benefícios de empoderar os outros.
Para capacitar sua equipe, você precisa estabelecer confiança. É fundamental para os líderes avaliar a força de seu relacionamento com cada subordinado direto. Quanto mais forte for a relação, maior será o esforço e disposição que o membro da equipe é terá para entrar em ação. Até mesmo os líderes que esperam o sucesso de si mesmos muitas vezes não estão prontos para promover essa mentalidade em suas equipes.
Mas estas três estratégias, por mais simples que sejam, podem ajudá-los a fazer isso. Como indivíduos, equipes uma chance maior de conseguir grandes coisas quando acreditam que eles podem fazer isso.
O que um Coach pode fazer para Promover Mudança de Comportamento Duradoura
A motivação intrínseca e extrínseca é estudada desde 1970 – mais notavelmente, o professor Edward L. Deci – demonstra que, quando uma pessoa age em resposta à motivadores extrínsecos – a promessa de dinheiro, a ameaça de punição, o compromisso com um comportamento é de curta duração.
É por isso que quando o gato está fora, os ratos sobem na mesa. Ratos não querem mudar seu comportamento, mas eles o fazem quando os gatos estão presentes. No entanto, já que a mudança de comportamento foi instigada por uma força extrínseca, se o gato não está monitorando os ratos, os roedores fazem o que querem.
Mentalidade de Desenvolvimento
É possível desenvolver um autêntico compromisso no coaching executivo através apenas da força de vontade do seu coachee? Não.
Mas o que você pode fazer é promover uma mentalidade de desenvolvimento – ou seja, estar atento e reforçar novas mensagens cognitivas que irão ajudar o coachee combater a sua própria resistência à mudança.
Dr. Steven Berglas
Dr. Steven Berglas, psiquiatra, coach executivo e consultor empresarial com sede em Los Angeles, aponta mecanismos que usa na maioria das vezes para ajudar os novos clientes a iniciarem o processo de coaching com maiores chances de adotarem uma mudança de comportamento duradoura:
1. Ajude o seu coachee a perceber o que ele pode ganhar com isso!
A melhor maneira de reduzir a possibilidade de resistir ao feedback de performance no coach executivo é aprender a empregar a expressão latina “cui bono?” – Literalmente, “como um benefício para quem”.
Crie reflexões que ajudem seu coachee a identificar quais as oportunidades se descortinam para ele quando, admite suas fragilidades atuais. O que ele pode ganhar com isso? Quais são as oportunidades que ele vai acessar se considerar como ele é visto por outras pessoas?
2. Certifique-se de não está agindo como um incentivador que aplica teorias motivacionais baratas.
Muitos coaches sabem que podem construir bases de clientes lucrativos tratando seus coachees com uma abordagem motivacional que é inútil e muitas vezes acaba sendo vista pelo que é: Bálsamo para egos sub-desenvolvidos. Isso pode soar como bajulação, além de não produzir responsabilização nem comprometimento.
3. Ressalte a diferença entre a participação e compromisso.
Coaching não pode alterar os resultados de uma pessoa a menos ela esteja realmente comprometido com a sua mudança de comportamento.
Cultivar a sua habilidade de estabelecer uma conexão clara entre quais os comportamentos que seu cliente vem praticando e aquilo que ele vem obtendo como resultado atual é fundamental para ajudar o seu coachee a identificar claramente quais são as coisas que ele tem que fazer e quais são os hábitos que ele precisa abandonar ou substituir para avançar em direção aos resultados esperados por ele e pela empresa.
Ficar atento a estes mecanismos e fazer uma auto avaliação frequente da sua atuação contribui para que sua capacidade de entregar resultados cresça de forma sustentável ao longo do tempo
Trabalhar em equipe não é necessariamente o mesmo que trabalhar como uma equipe, afirma David Clutterbuck, consagrado coach inglês e autor de 54 livros. Segundo ele colaboração compreende disponibilidade, comprometimento, eficiência e eficácia. Mas o que torna uma equipe capaz de entregar resultados de qualidade?
Clutterbuck aponta seis componentes da qualidade ao trabalho em equipe:
1. Comunicação:
A comunicação que promove o trabalho em equipe deve ser adequadamente frequente, formalizada, estruturada e aberta. Tarefas e estruturas de equipe diferentes exigem níveis diferentes de cada um desses aspectos.
Rotinas e reuniões fixas, são adequadas para tomadas de decisão e revisão de operações.
Reuniões de corredor assim como trocas informais de comentários online são importantes para a construção da qualidade no relacionamento e para fomentar novas idéias.
Conversas abertas sobre comportamentos podem ser prejudiciais quando a equipe se encontra numa atividade urgente e devem ser postergadas até que haja uma situação mais naturalmente favorável.
2. Coordenação:
A coordenação diz respeito ao nível de entendimento comum sobre como e com o que cada membro da equipe está contribuindo.
Metas e prioridades definidas são essenciais à coordenação.
3. Equilíbrio entre as contribuições individuais:
Todos os integrantes da equipe são capazes e compartilham todos os benefícios de seus conhecimentos e experiência
Os indivíduos dominantes não suprimem as idéias e opiniões dos outros.
4. Apoio mútuo:
Ter um posicionamento cooperativo em vez de competitivo; demonstrar respeito mútuo, dar apoio e ajudar a desenvolver as idéias de outras pessoas.
5. Esforço:
Ter normas positivas a respeito da divisão da carga de trabalho e dar prioridade às tarefas da equipe em relação às outras obrigações.
6. União: “permanecer juntos”. A união depende de três fatores:
O quanto os membros do grupo se dão bem
O quanto gostam da companhia uns dos outros
O quanto se sentem orgulhosos por fazer parte desse grupo: qual a identidade e espirito da equipe
Vale ressaltar que o lider tem um papel de criar e nutrir as condições para a equipe possa entregar aquilo de tem de melhor.
Esta é uma pergunta que pode nos levar a identificar a excelência!
Dave Vaughn, executive Coach e trainer de Coaches nos EUA identificou 12 elementos essenciais que um coach executivo deve ter para ser grande:
Eles estão embasados numa crença fundamental de que cada coach (a cada coachee e cada empregador, na verdade) tem a responsabilidade de dar a cada tarefa que eles assumem o seu melhor esforço, porque melhor esforço consistente leva a uma grande performance. E um excelente desempenho leva a resultados superiores. Então, se você está buscando se tornar um coach executivo, capaz de levar seus contratantes para o próximo nível em sua estratégia, certifique-se estes 12 elementos estão sempre presentes na sua formação.
1. Coaching é sobre você ajudar as pessoas a fazer o seu melhor esforço.
Não é responsabilidade do coach puxar o seu melhor esforço para fora de você, necessariamente. É responsabilidade do coach para dar o melhor de si. E é de sua responsabilidade de dar o seu melhor esforço…
2. O coach deve ser organizado e bem preparado.
Você só vai obter engajamento e obter valor a partir da experiência como como coach se tiver um planejamento, se for organizado, se tiver uma abordagem sistematizada e estruturada capaz de comunicar o retorno sobre o investimento no processo de coaching.
3. Coaching é mais sobre fazer perguntas abertas do que entregar a resposta.
O “aha” obtido no momento do insight é o um dos maiores tesouros do coach. Como disse Margaret Thatcher no filme sobre sua vida: “Os pensamentos precisam se transformar em palavras. Palavras precisam se transformar em ações. Ações precisam se transformar em hábitos. E é hábitos que produzem resultados.”
4. Grandes coaches não ajudam o coachee a se sentir bem.
Eles ajudam-no a mover seus pensamentos e ações para os hábitos que geram resultados.
Experiências da vida real importam! Nenhuma história do coach não é tão importante quanto a história do coachee. Um grande coach é capaz de realmente ouvir a história do coachee e entender o que está por trás dela.
5. Um grande coach se preocupa com a pessoa integral que está participando do processo.
Ajudando o coachee encontrar a sua paixão e alinhar seus objetivos com os da empresa. Esta é a chave que cria os melhores níveis de melhor esforço.
6. Ser um grande coach exige viver verdadeiramente os princípios do coaching.
Um grande coach não pode ser um coach de um momento, e depois agir de forma desinteressada no próximo. As pessoas vêem, e lembram-se. Grandes treinadores devem vivenciar aquilo que vendem ao mercado!
7. É a melhoria descontínua que importa.
Avanços podem acontecer apenas quando a pessoa quer ser ou ter melhores resultados do que elas são ou têm no presente. A maioria dos processos transformação para melhor vem em arrancadas e paradas que têm tendência ascendente.
8. Grandes coaches trabalham os líderes considerando as equipes que lideram.
Fazer coaching no ambiente corporativo requqer considerar o cenário e a estratégia da empresa contratante para que o coach possa realmente fazer a diferença.
9. Grandes coaches envolvem o RH e o líder do seu cliente que confiam o processo de coaching e permite-lhes dar imputs ao processo de coaching.
10. Coaching de alto nível não pode ser gerido como um processo que tenha fim em si mesmo.
Coaching de alto nível é um processo transformacional, focado em resultados para todos os envolvidos e criativo.
11. O melhor coach está sempre em desenvolvimento:
A aprendizagem de mão dupla, o requer uma tonelada de reflexão que vai muito além de resolução de problemas tradicional pode ter lugar. Os melhores coaches estão perto o suficiente para ajudar o coachee a ver o que é possível.
12. Grandes coaches passam pelo processo de coaching como coachees.
Como você se avalia diante destes12 princípios? O que você precisa fazer para atender a estes requisitos? O que precisa desenvolver para chegar a este patamar? Quais as decisões precisa por em prática para fazer acontecer?
Caroline Calaça e Cássia Morato – Executive & Business Coaches
Muitas pessoas acreditam que o sucesso é fruto do acaso, o que definitivamente não é verdade! Mas por que alguns empreendedores com resultados acima da média são tão diferentes?
1. Têem uma convicção
Têem uma convicção de que podem começar, enfrentar as dificuldades, experimentar, trabalhar com dedicação e aprender ou criar sempre que tiver que superar um obstáculo qualquer.
2. Atitude de vencedor:
Com esse conhecimento, é possível avaliar alguém durante dez minutos e descobrir seu destino como empreendedor de sucesso. Se em algum momento a pessoa lamuriar “bem, não sei isso ou não tenho aquilo”, a probabilidade de fracassar aumenta enormemente.
Neste caso, não se trata do que eles estão dizendo que não sabem ou do que eles estão dizendo que não têm: de modo geral, é o modo como dizem isso. Se parecer fraco, abatido ou desprovido de energia, poderá realmente fracassar! Até mesmo o tom de voz pode dizer muito de como esta pessoa vê o mundo.
3. Complexo de inferioridade:
Afirmam com freqüência “Bem, certamente, ele pode fazer isso, mas eu não posso”. Na realidade, indivíduos bem-sucedidos tiveram de começar exatamente como as outras pessoas. Se você tem uma opinião que diz que esses indivíduos são abençoados por Deus, têm mais sorte ou são mais privilegiados que você, vai se dar mal.
Mas você pode dizer: “Bem, aquela pessoa atingiu isso, então eu também posso. Eu apenas tenho de entender o que ela e outras pessoas têm feito e seguir suas trajetórias.”
Dicas para quem quer caminhar consistentemente para o sucesso:
1. Definir quais são as coisas que você terá de aprender para obter sucesso nessa nova empreitada .
2. Definir quais as coisas que terei de criar de modo a dar o primeiro passo
3. Estabelecer quais as pessoas nas quais posso me espelhar e seguir para encurtar a curva de aprendizado são…
4. Reconhecer e gerenciar quais as desculpas que provavelmente poderei dar para mim mesmo durante o caminho que terei de percorrer
5. Avaliar e monitorar os progressos e as rotinas para ter impacto significativo naquilo que se pretende alcançar
E você o que precisa fazer bem? E o que pode melhorar? Avalie suas possibilidades e dê foco naquilo que pode levá-lo para o próximo nível.
Caroline Calaça e Cássia Morato, Executive & Business Coaches
Sempre interagimos socialmente, nossos cérebros e corpos reagem aos sentimentos daqueles que nos rodeiam. Os nossos circuitos neurais como o sistema de neurônios espelho operam de forma a possibilitar contágio emocional. Esses sistemas funcionam automaticamente, instantaneamente, inconscientemente e fora do nosso controle intencional.
Dr.Daniel Goleman aponta como o estudo da neurociência pode contribuir para o desenvolvimento dos líderes. Quando se trata de espalhar emoções, algumas pessoas têm mais influência para contagiar os outros com seus sentimentos. Quando há diferenças de poder entre as pessoas, a pessoa com mais influente é o “remetente” dos sentimentos. Mas como aplicar estes conhecimentos no coaching?
1. Usar a auto-consciência para gerenciar contágio emocional
Usar ferramentas de feedback de 360 graus, que costumam contribuir para desenvolver a autoconsciência. Desenvolver rotina de prática mindfulness também pode ajudar a aprender a ficar ciente de suas emoções.
Trabalhar com uma ferramenta “Roda da consciência”, criada por Dr. Daniel Siegel pode fortalecer a autoconsciência.
2. Ajudar o líder a gerenciar a si mesmo primeiro
Antes de liderar qualquer outra pessoa, um líder primeiro deve se controlar. Dra. Sigal Barsade, pesquisadora da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, é especializada no estudo do contágio emocional e seu impacto nas organizações.
Ela sugere maneiras para líderes gerenciarem suas emoções e criarem uma cultura emocional positiva em suas equipes. Primeiro em sua lista é estar ciente de seu próprio humor e mudá-lo se não for útil. Uma maneira de fazer isso é mudar a sua expressão facial.
Dra. Barsade defende a hipótese de feedback facial, que afirma que nossas expressões faciais afetam nossas emoções. Sorrir intencionalmente leva a sentir emoções positivas.
3. Fazer uma pausa para recuperar a fisiologia numa situação de raiva
John Gottman é um psicólogo que fez uma extensa pesquisa sobre dinâmica de relacionamento. Seu conselho é levar 20 minutos para se refrescar, afastar-se da situação. Esse é o tempo que leva para o corpo processar o surto supra-renal causado pela amígdala.
Em um cenário como uma reunião da equipe, mesmo um intervalo de 5 ou 10 minutos para tomar algumas respirações profundas e sair da sala ajudaria.
4. Conduzir com empatia
Jean Decety na Universidade de Chicago se refere a três tipos de empatia.
A empatia cognitiva permite que você sinta como alguém pensa sobre o mundo. Isso ajuda você a dizer as coisas deforma que elas possam ser ouvidas.
Empatia emocional significa que você se conecta com a forma como outra pessoa se sente.
Preocupação empática é a capacidade de sentir o que alguém precisa e expressar como você se preocupa com essas necessidades.
A empatia é crucial para todas as formas de relacionamento, especialmente no local de trabalho. Líderes eficazes precisam exercer todas as três formas de empatia na sua rotina diária.
Tania Singer
Tania Singer do Instituto Max Planck, na Alemanha, estuda empatia e compaixão. Singer descobriu que algo chamado de insula é a chave para a empatia emocional. A ínsula, uma área neural importante para a inteligência emocional, detecta sinais de todo o nosso corpo.
Quando nos conectamos empaticamente com alguém, nossos neurônios realmente imitam dentro de nós esse estado de pessoas. Singer e seus colegas descobriram que a empatia pode ser aprendida. O coach pode ajudar seu coachee a desenvolver esta habilidade no processo de coaching.
Caroline Calaça e Cássia Morato- Executive & Business Coaches